O governo do primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, assumiu postura mais assertiva contra o Partido Comunista da China (PCC). No centro do embate está Taiwan, sob cerco do PCC. Kishida reafirmou ainda relação estreita com os Estados Unidos para que se possa preservar a democracia da ilha.
Recentemente, Taiwan registrou
148 aviões da Força Aérea chinesa nas partes sul e sudoeste de sua zona de
defesa aérea, e líderes de seu governo dizem que o arquipélago precisa estar
alerta às atividades militares “excessivas” do PCC. O chanceler do Japão,
Toshimitsu Motegi, disse que avalia a situação.
“Esperamos pesar as várias
hipóteses possíveis que podem surgir”, declarou, em entrevista coletiva, na
terça-feira 5. “Dessa forma, estudaremos quais opções temos, assim como os
preparativos que precisamos.” Depois de ocupar Hong Kong através de leis e do
parlamento, Taiwan se tornou alvo do PCC.
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