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| Mandetta afirmou que a proposta enviado ao Congresso vai “revitalizar” e “reformular” o Mais Médicos. |
O ministro Saúde abordo o
assunto durante uma audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.
Luiz Henrique Mandetta disse na quarta-feira (27) que o ministério da
Saúde pretende legalizar a situação dos cerca de 2.000 médicos de Cuba que
ficaram no Brasil após a ditadura abandonar o programa Mais Médicos, em
novembro do ano passado.
Mandetta explicou que a medida faz parte de uma proposta que deve ser
enviada ainda em abril para o Congresso:
“Nós devemos ter uma proposta de como que essas pessoas podem se
reencontrar com a sua profissão, legalizados, e poder exercer sua profissão, já
que eles são muito mais vítimas dessa negociação que foi feita entre países, do
que propriamente atores de algum ato que os colocasse dentro do País em
situação irregular.”
Mandetta afirmou que a proposta enviado ao Congresso vai “revitalizar”
e “reformular” o Mais Médicos:
“Mas sem perder seu objetivo, que é de combater a desassistência,
promover a redistribuição com uma política de indução e de respeito a esses
profissionais, para que eles possam optar por áreas de difícil provimento.”
O ministro da Saúde disse ainda que os cubanos que permanecem hoje no
Brasil “numa condição de exilados” trabalham em secretarias de Saúde, atuando
como balconistas em farmácias e como agentes comunitários.
Tarcísio Morais
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