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© Getty
Images e EBC Ciro Gomes, Vera Lúcia, Paulo Rabello,
Guilherme
Boulos e Jair Bolsonaro.
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Com 5
candidatos à Presidência já confirmados pelos partidos, foi dada a largada para
as eleições 2018.
As candidaturas
podem ser inscritas até 15 de agosto no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Depois, precisam ser aprovadas pela Justiça Eleitoral.
O nome de Ciro Gomes foi oficializado
pelo PDT na última
sexta-feira (20), quando foi aberto o período de convenções partidárias – o
prazo vai até 5 de agosto. Com no máximo 10% das intenções de voto, Ciro
caminha sozinho na corrida eleitoral por enquanto, sem partidos aliados e sem a
definição de um vice para a chapa.
Em seu primeiro
discurso como candidato, o ex-governador do Ceará fez um aceno à esquerda e
definiu como prioridades o combate à desigualdade social. "O nosso povo não tem
mais nada para dar. O nosso povo já sofre demais com o desemprego, a
informalidade, o trabalho precário", disse Ciro.
Também na
sexta, o PSTU confirmou
a ativista sindical Vera Lúcia como
candidata ao Planalto. A chapa será composta com o professor Hertz Dias, também
do PSTU. A convenção do partido foi realizada na sede do Sindicato dos
Metroviários de São Paulo.
Segundo a
candidata, a proposta da chapa é fazer frente à crise econômica por meio de uma
"revolução". "Nós precisamos não pagar a dívida pública, não enviar
remessa de lucro das multinacionais, estatizar as empresas que foram
privatizadas para que elas voltem a ser 100% brasileiras e controlada pelos
trabalhadores, expropriar as 100 maiores empresas deste País e a nacionalizar
os bancos", disse Vera.
Ainda na sexta,
o PSC confirmou Paulo Rabello como
presidenciável. Economista, Rabello foi presidente do BNDES (Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social) e do IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística) no governo Michel
Temer.
O vice de
Rabello ainda não foi definido, mas ele afirmou que gostaria que fosse uma mulher. "As
mulheres, perto da gente, não deixam a gente fazer bobagem. Queremos um vice,
que, na nossa falta, vai continuar trabalhando. Não é vice de acomodação",
afirmou.
No sábado (21),
o PSOL oficializou sua
chapa puro sangue na disputa ao Planalto: Guilherme Boulos, líder do MTST
(Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), com Sônia Guajajara, liderança indígena
e ativista ambiental. O partido entra nas eleições
2018 com o discurso de combate aos privilégios.
"Queiram
eles ou não, nós vamos implementar uma política de se apropriar de prédios
vazios para fazer moradia popular. Porque trabalhador pode morar em lugar bom
também. Queiram eles ou não, nós vamos fazer reforma agrária e vamos enfrentar
o agronegócio no Brasil", disse Boulos em seu primeiro discurso como candidato.
No domingo
(22), o deputado federal Jair Bolsonaro foi confirmado
como presidenciável do PSL.
"Não sou salvador da Pátria. Quem vai salvar a Pátria somos
nós", discursou o candidato.
Cotada para
vice de Bolsonaro, a advogada Janaina
Paschoal discursou na convenção, mas o evento terminou sem que o nome
dela fosse confirmado na chapa. O ex-militar tem tido dificuldades para selar
alianças e, por enquanto, segue isolado.
A convenção do
MDB deve ser realizada em 3 de agosto. No dia 4 de agosto estão agendadas as
convenções do PT, do PSDB e da Rede.
Equipe
HuffPost

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