Ideia
considerada polêmica faz parte de plano para aumentar segurança nas escolas.
O governo de
Donald Trump reforçará a ajuda aos estados americanos que queiram armar
funcionários de escolas, no âmbito de um plano para aumentar a segurança nos
centros de ensino após o assassinato
de 17 pessoas em um colégio na Flórida, disseram autoridades neste
domingo (11).
A ideia
polêmica de colocar armas nas escolas, que obteve pouco apoio dos educadores,
faz parte de um "plano pragmático para aumentar dramaticamente a segurança
escolar e tomar medidas para fazer isso imediatamente", disse a secretária
de Educação, Betsy DeVos, em uma teleconferência com repórteres.
Entre outras
medidas, DeVos disse que presidirá uma comissão federal sobre segurança
escolar.
O presidente
Trump também exorta o Congresso a aprovar uma legislação que vai fortalecer as
verificações de antecedentes e implementar programas de prevenção da violência.
O governo Trump
fornecerá assistência técnica aos estados que estejam preparando diretrizes
para retirar armas de certos indivíduos, e haverá um foco especial nos cuidados
de saúde mental, disse o assistente presidencial Andrew Bremberg, que dirige o
Conselho de Políticas Internas.
As medidas
chegam em meio a um debate nacional sobre o controle de armas, reacendido por
sobreviventes do massacre do mês passado no colégio Marjory Stoneman Douglas,
onde 14 estudantes e três funcionários foram abatidos por um homem com um rifle
semi-automático.
"O governo
trabalhará com os estados para fornecer treinamento rigoroso em armas de fogo
para pessoal voluntário e especificamente qualificado das escolas", disse
Bremberg.
Lily Eskelsen
Garcia, presidente da Associação Nacional de Educação, o maior sindicato de
educadores dos Estados Unidos, disse que pais e professores "rejeitam
esmagadoramente a ideia de armar os funcionários das escolas".
Por France Presse

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