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Em uma derrota para o Planalto, o
presidente do Tribunal Regional Federal da 5° Região (TRF5), desembargador
Manoel de Oliveira Erhardt, negou o recurso da Advocacia-Geral da União (AGU)
que tentava derrubar a decisão que
suspendeu a Medida Provisória 814/2017, que permite a privatização
da Eletrobras e subsidiárias.
A AGU pedia pela suspensão da
decisão liminar do juiz Claudio Kitner, da 6° Vara Federal de Pernambuco, que
na quinta-feira barrou os efeitos da MP 814 em resposta a uma ação popular. Na
decisão, o juiz Kitner afirmou que o governo federal não justificou o porquê de
aprovar a questão por meio de MP.
STF
A AGU e a Câmara dos Deputados
também tentam derrubar a suspensão através do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na Corte, no entanto, as reclamações, sob relatoria do ministro Alexandre de
Moraes, ainda não foram julgadas.
Argumentação
Ao TRF5, a AGU alegava que a
decisão gera uma grave lesão à ordem econômica, já que a MP suspensa interrompe
a contratação e iniciação dos estudos sobre a situação econômica e financeira
da Eletrobras, “os quais teriam o condão de evitar a frustração de recursos
fiscais no exercício de 2018”.
“Ademais, as medidas voltadas para
o fortalecimento do Orçamento da União e saneamento das contas públicas são
urgentes, justificam a edição da medida provisória e são essenciais ao
equilíbrio das contas públicas”, completa.
VEJA.com

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