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norte-coreanas pequenas ficam
isentas de
medida tomada pela China
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Principal
parceiro comercial e aliado do regime de Pyongyang, a China
anunciou nesta quinta-feira que fechará todas as empresas norte-coreanas e de
capital misto no país em até 120 dias. A medida vem como parte da nova rodada de sanções aprovadas pelo
Conselho de Segurança da ONU, que busca pressionar a Coreia do Norte a
desistir de seus programas nuclear e balístico.
A decisão foi anunciada pelo Ministério de
Comércio chinês por meio de seu site, no qual detalha que empresas sem grandes
lucros ficam isentas da medida. Entre as companhias afetadas pela decisão,
estão restaurantes e outros comércios instalados na China que contribuem com a
transferência de capital estrangeiro a Pyongyang. Joint ventures chinesas
no exterior com entidades norte-coreanas também entram na mira do comunicado.
Dias após a
aprovação da nova rodada de sanções, o Banco Central chinês ordenou a proibição
de serviços financeiros a novos clientes norte-coreanos e restringiu
empréstimos a clientes já existentes. Os bancos chineses são acusados de
transferir fundos a Pyongyang. Na terça-feira, os Estados Unidos anunciaram
sanções contra oito bancos da Coreia do Norte.
Outras medidas
tomadas por Pequim nos últimos dias incluem a restrição do fornecimento de
combustíveis à Coreia do Norte e a proibição geral das importações de têxteis
norte-coreanos.
“Preparações
necessárias”
O Ministério
de Defesa da China disse nesta quinta-feira, sem dar maiores detalhes,
que as Forças Armadas chinesas farão “todas as preparações necessárias para
proteger a soberania nacional, a paz e a estabilidade regional” para o caso de
uma guerra na Península Coreana.
A declaração,
feita pelo porta-voz do Ministério, Wu Qian, foi feita ao ser questionado sobre
o risco de um conflito na região. Contudo, Wu reiterou a visão da China de que
a questão precisa ser resolvida através de conversas, não de meios militares.
“Os meios militares não podem se tornar uma opção para resolver as tensões”,
comentou o porta-voz.
VEJA.com

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