Prazo termina e nenhuma empresa oficializa interesse em patrocinar o réveillon 2018 no Rio

Queima de fogos vista do alto de prédio no Leme
 (Foto: Marcello Cavalcanti/Arquivo pessoal)
Presidente da Riotur partiu para 'corpo a corpo' e foi a São Paulo procurar empresários interessados. Prefeitura quer R$ 30 milhões para a realização da festa de Ano Novo.
Após um mês, nenhuma empresa oficializou interesse em patrocinar o Réveillon 2018 do Rio de Janeiro. No início de julho, a Riotur publicou um edital convocando representantes da iniciativa privada com o objetivo de arrecadar R$ 30 milhões para a realização da festa.
Conforme antecipou a rádio CBN e o G1 confirmou, nesta quarta-feira (9) foi publicado no Diário Oficial o comunicado de que o chamamento público da Riotur terminou "deserto".
Procurada, a assessoria de imprensa da Riotur informou que o presidente do órgão, Marcelo Alves, está em São Paulo para conversar pessoalmente com empresários. Com a nova abordagem "corpo a corpo", Alves espera solucionar a questão até o meados do mês de setembro.
Por enquanto, de acordo com a assessoria, nada muda no caderno de encargos da festa, que prevê uma cota principal de R$ 12 milhões e outras seis de R$ 3 milhões. O próprio presidente da Riotur ressaltou que não há risco para a realização da festa.
"O réveillon é uma festa tradicional do Rio e não corre o menor risco. O que estamos buscando é ter recursos da iniciativa privada para fazer crescer ainda mais o melhor Réveillon do mundo", garantiu Alves.
12 dias de festas
A prefeitura quer que esse ano o réveillon dure 12 dias. Duraria do dia 26 de dezembro até 6 de janeiro. Além de Copacabana, o documento com as propostas da Riotur prevê também a instalação de palcos em todas as regiões do Rio: Barra da Tijuca, Parque de Madureira, Flamengo e mais seis espalhados pelas zonas Oeste e Norte, além de Paquetá.
Os R$ 30 milhões pretendidos para este ano representam um valor seis vezes maior do que aquele que a gestão de Eduardo Paes investiu na virada de 2016 para 2017.

Ainda que consiga o total através da iniciativa privada, Alves, em entrevista ao G1 no início de julho, não descartou que o município também entre com um aporte. O presidente da Riotur não detalhou, porém, de quanto seria o investimento.
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