Não havia investigação formal em curso, apenas um pedido que
questionava a atuação de Toffoli no caso do Banco Master
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal),
ministro Edson
Fachin, não anulou qualquer investigação contra o ministro Dias
Toffoli no caso envolvendo o Banco Master.
Isso porque não havia investigação formal em curso, mas apenas um pedido que
questionava a atuação de Toffoli no processo.
Em 12 de fevereiro, durante uma reunião entre todos os
ministros para discutir um relatório da Polícia Federal sobre supostas
menções ao nome de Toffoli em documentos achados no celular do
dono do Banco Master, Daniel Vorcaro,
ficou decidido que Toffoli se afastaria dos processos relacionados ao caso.
Com isso, a ação que pedia a declaração de suspeição do
ministro perdeu a validade e deixou de ser analisada pelo plenário.
No último sábado (21), o andamento processual passou a
registrar a expressão “transitado em julgado”. O termo indica que não há mais
possibilidade de recurso e que o processo foi encerrado definitivamente.
Como o pedido de suspeição ficou prejudicado após o
afastamento de Toffoli, a ação foi arquivada. Não houve, portanto, anulação de
investigação.
Com a redistribuição do caso ao ministro André Mendonça,
eventual continuidade de medidas relacionadas ao tema passa a ser analisada
pelo novo relator.
Do R7

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