Presidente eleito dos EUA, que
assumirá o cargo em 20 de janeiro, já afirmou que quando retornar ao poder vai
acabar com a guerra em ’24 horas’
O presidente eleito dos Estados
Unidos, Donald Trump, afirmou que “resolver o problema
da Ucrânia com
a Rússia”
será sua prioridade quando assumir o cargo em janeiro e descreveu a situação
no Oriente
Médio como “menos difícil”. “A prioridade é resolver o problema
entre Ucrânia e Rússia. Os dois países estão sofrendo perdas humanas incríveis.
Centenas de milhares de soldados estão morrendo”, disse Trump em uma entrevista
à revista francesa Paris Match publicada nesta quarta-feira (11).
“Há muitas crises no mundo. Nos
últimos dias, tivemos uma nova na Síria.
Eles terão que resolvê-la sozinhos porque não estamos envolvidos lá, e a França
também não”, acrescentou em Paris, cidade que visitou para assistir à cerimônia
de reabertura da Catedral de Notre-Dame. “O Oriente Médio também é uma grande
prioridade, mas acho que é uma situação menos difícil de administrar que
Ucrânia e Rússia”, acrescentou o próximo presidente dos Estados Unidos, de 78
anos.
Trump, que assumirá o cargo em 20
de janeiro, já afirmou algumas vezes que quando retornar ao poder vai acabar
com o conflito na Ucrânia em “24 horas”. Suas declarações geraram muita
preocupação na ex-república soviética, que teme ser forçada a fazer grandes
concessões territoriais à Rússia em troca da paz. Trump se reuniu no sábado em
Paris com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e com seu anfitrião, o
presidente francês Emmanuel Macron.
Zelensky afirmou na terça-feira
que agradece a Trump por sua “forte determinação” de acabar com o conflito na
Ucrânia. Na entrevista, Trump defendeu sua polêmica nomeação de Charles Kushner
como embaixador na França. “É algo grandioso porque é parte da nossa família”,
declarou Trump sobre o futuro embaixador, 70 anos, pai de seu genro Jared
Kushner. O republicano disse que a França é um país “amigo e aliado” e destacou
que sempre teve uma boa relação com o presidente Macron.
Por Jovem Pan
Publicado por Luisa Cardoso
*Com informações da AFP

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