Criado em 2014 como uma reação de criminalistas
à Lava Jato, o grupo age para "desconstruir" a imagem
do ex-juiz Sergio Moro | Foto: DSivulgação
Alçado à condição de conselheiro
de Lula, o Grupo
Prerrogativas desenhou um plano de reforma do Judiciário e tenta
emplacar o texto no programa de governo do petista. Os integrantes do
ajuntamento são anti-Lava Jato.
Conforme publicou o jornal O
Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, 17, a medida propõe mudar o
Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Conselho Nacional de Justiça
(CNJ), além de adotar o “juiz de garantias”.
O Grupo Prerrogativas garante que
as pautas são uma reação a “abusos” da Operação Lava Jato, que pôs Lula e
outros condenados atrás das grades por diversos crimes, entre eles,
“Quando o CNMP e o CNJ poderiam
colocar limites ao autoritarismo de juízes e do MP, não o fizeram
suficientemente”, afirmou o procurador aposentado Lenio Streck, do
Prerrogativas. “Sergio Moro e todas as estripulias que ele fez só conseguiram
ser resolvidos no STF, acrescentou. “A função do CNJ é otimizar o Judiciário.
Não foi o que aconteceu.”
“Lula é a única liderança
política capaz de conduzir um processo de revisão dos nossos mecanismos de
fiscalização e controle, CNJ e CNMP, porque foi o presidente que mais respeitou
as instituições”, disse Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do
Prerrogativas. “Portanto, não tem nenhum constrangimento em oferecer apoio para
ele. É consequência natural.”
Lula e o Prerrogativas
Criado em 2014 como uma reação de
criminalistas à Lava Jato, o grupo age para “desconstruir” a imagem do ex-juiz
Sergio Moro. O ajuntamento patrocinou um jantar em dezembro, em São Paulo, que
marcou a primeira aparição de Lula ao lado do ex-governador Geraldo Alckmin.
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