
Fábio Damon Fragoso, guarda municipal que atirou
e matou três pessoas em bar em Vigário Geral.
Reprodução
Homem deve ser
avaliado pela psiquiatria forense. Ele matou quatro pessoas a tiros em uma
briga
Rio - A
Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) entrou com uma representação na
Justiça pela instauração do incidente de sanidade mental para que o guarda
municipal Fábio Damon Fragoso da Silva, de 46 anos, seja avaliado pela psiquiatria
forense. O homem
matou quatro pessoas e deixou outras duas feridas em estado grave
em um ataque
a tiros durante uma briga em um bar, na madrugada de segunda-feira (12), em
Vigário Geral, Zona Norte do Rio.
Caso passe pela
avaliação, os policiais pretendem descobrir se ele tem algum problema
psiquiátrico. O guarda municipal já
teve um problema médico não especificado em 2012, de acordo com a
Guarda Municipal (GM). Na ocasião, Fábio estava trabalhando em Ipanema, na Zona
Sul do Rio. A GM esclareceu ainda que, à época, ele não precisou ser afastado
do trabalho.
A Polícia Civil
trata um possível
estado de desorganização mental como uma das linhas de investigação do
crime. Além das vítimas, o autor dos disparos está internado sob custódia em
estado grave no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Nesta quarta-feira
(14), a Justiça
converteu para preventiva a prisão em flagrante do guarda
municipal.
De acordo com a
Polícia Federal, Fábio
não tem porte de arma. O homem tem apenas posse, não podendo circular
com arma de fogo fora de casa. O registro estava válido desde 2017. Na cidade
do Rio, a Guarda Municipal não trabalha armada. Em nota, a Polícia Civil
informou que testemunhas estão sendo ouvidas pelos agentes da especializada e
que as investigações seguem em andamento.
O Dia
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