
Jefferson Rudy | Agência Senado
A juíza
Virgínia Lúcia Lima da Silva, da 20ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio
de Janeiro (TJRJ), determinou a penhora dos direitos autorais do livro “Tchau,
querida: o diário do impeachment”, escrito por Eduardo Cunha (MDB-RJ),
ex-presidente da Câmara.
A decisão foi
proferida no dia 16 de abril, um dia antes de o livro ser lançado oficialmente.
De acordo com a
magistrada, o dinheiro penhorado será destinado ao pagamento de honorários
advocatícios referentes a uma ação judicial em que o ex-parlamentar pedia
indenização à Infoglobo por ser chamado de ‘racista’ e ‘homofóbico’ em matéria
jornalística.
Contudo, o
ex-deputado perdeu o processo. Como a conta bancária estava zerada, a juíza
determinou que o pagamento deveria ser feito com os valores arrecadados com a
obra. No despacho, foi estabelecido a penhora de bens até o valor
atualizado de R$ 15.251,40.
No livro,
Eduardo Cunha apresenta, sob o seu ponto de vista, as principais histórias
acerca dos bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Por Marcos Rocha
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