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| Agentes Comunitários iniciram o projeto em Nova Cidade e seguem para outras localidades - Divulgação |
Equipes de Estratégia de Saúde da Família acompanham casos
suspeitos e evolução dos casos confirmados da doença
Um suporte importante tem contribuído de forma bastante
positiva nas ações referentes ao enfrentamento do novo coronavírus em
Rio das Ostras. Desde o início da pandemia, o Município conta com o trabalho
dedicado dos Agentes Comunitários de Saúde, que começaram a realizar um
projeto de monitoramento de famílias e casos de Covid-19 em várias
localidades.
Segundo a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica de Rio das Ostras,
Andréa Viana, que é parceira nesse projeto, foi dado um suporte técnico para as
equipes de Estratégia de Saúde da Família monitorarem os casos suspeitos e
também acompanharem a evolução dos casos confirmados da doença.
“É uma ação interessante, de caráter preventivo de monitoramento com
participação ativa dos Agentes Comunitários de Saúde, que foram chamados para essa
situação e desenvolveram um projeto muito bacana. É importante o reconhecimento
desse trabalho desenvolvido por todos esses meses e que ainda acontece, sendo
um trabalho de apoio e parceria comunitária”, ressaltou Andréa, que participou
de uma reunião na última semana com agentes, enfermeiros e médicos de família.
As ações desenvolvidas pelos agentes comunitários ganharam a parceria de
professores da UFF - Rio das Ostras, que resultaram no apoio de uma cooperativa
de costureiras, que produziram máscaras, e na doação de kits de higiene para as
famílias em situação mais crítica. Além disso, foi desenvolvido um Gibi para
crianças em isolamento domiciliar, com histórias e desenhos para colorir, para
que pudessem entender melhor sobre a Covid-19.
O projeto também rendeu a primeira parceria com a Cruz Vermelha,
que fez a desinfecção das ruas e residências que tiveram casos positivos. Por
meio desse trabalho, o projeto de desinfecção de ruas da Prefeitura também foi
encaminhado para atender os locais com maior número de casos e óbitos.
CONSCIENTIZAÇÃO - A Agente Comunitária de Saúde, Lidiane Moreira
Talon, conta que o início do trabalho foi complicado devido à falta de
informação sobre a doença, mas que com todo esse apoio, foi tomando forma. O
projeto começou em Nova Cidade, onde a agente mora.
“Temos um elo com a comunidade e tudo que acontece em relação à saúde e outros
assuntos, eles nos procuram. Surgiram os questionamentos, inclusive de pessoas
já com sintomas. Essas parcerias foram muito importantes nesse processo, pois
ficou mais fácil de compartilhar as orientações. Começamos a fazer o trabalho
de monitoramento e, apesar de difícil, conseguimos também trabalhar com conscientização para
que os moradores ficassem em quarentena e evitassem as aglomerações. Essa é uma
resposta da Prefeitura à população, pois as pessoas não se sentiram mais
abandonadas e estão agradecidas. Estamos aptos e cumprindo nosso dever.
Acredito que no final vai dar tudo certo”, concluiu Lidiane.

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