Sindicato de jogadores do Paraguai critica Justiça e defende Ronaldinho: "Nunca deveria ter sido preso" | Rio das Ostras Jornal

Sindicato de jogadores do Paraguai critica Justiça e defende Ronaldinho: "Nunca deveria ter sido preso"

Ronaldinho Gaúcho está detido desde a última sexta-feira
 Foto: Norberto DUARTE / AFP
Associação usa redes sociais para se posicionar a favor da liberação do brasileiro, detido pelo uso de documentos falsos ao chegar ao país na última quinta-feira
Detido pelo uso de documentos falsos ao entrar no Paraguai, desde a última sexta-feira, Ronaldinho Gaúcho ganhou o apoio do Sindicato de Jogadores do país. Os Futebolistas Associados do Paraguai (FAP) usaram as redes sociais para comentar a prisão do brasileiro e de seu irmão, Assis, criticando a Justiça paraguaia pelo caso. Os dois aguardam decisão em uma audiência na manhã desta terça-feira para saber se poderão passar para prisão domiciliar.
- Que tremendo! Nossa Justiça... Como sempre se fala: cospe o mosquito e engole o camelo. Ronaldinho não tem somente que ser liberado imediatamente, mas nunca deveria ter sido preso - diz o texto do órgão.
Ronaldinho e Assis estão detidos desde a última sexta-feira pelo uso de documentos falsos ao entrarem no país um dia antes. Os dois foram alvos de investigação por apresentarem passaportes e carteiras de identidade paraguaias na chegada, inicialmente foram inocentados, mas viram o caso ter uma reviravolta na sexta-feira, quando tiveram a prisão preventiva solicitada.
Desde então, Ronaldinho e seu irmão estão presos na Agrupación Especializada da Polícia Nacional, uma instalação anteriormente usada como cadeia comum mas que atualmente recebe apenas alguns presos de maior relevância. No sábado, a defesa tentou recursos junto à Justiça, mas a juíza Clara Ruíz Díaz decidiu manter a ordem de prisão preventiva por considerar que há um risco de fuga por se tratar de cidadãos estrangeiros.
Outro apontado como responsável pelo convite a R10, o empresário brasileiro Wilmondes de Souza Lira está detido desde a última quinta-feira, quando foi realizada a operação de busca pelos documentos falsos no hotel onde Ronaldinho e Assis estavam hospedados. Antes em uma prisão comum, ele foi levado para o mesmo local onde o ex-jogador está.
Por GloboEsporte.com — Assunção

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