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Preocupado
com investigação da PF sobre o ataque hacker, Greenwald
compartilha matéria da Freedom of the Press
Foundation para
denunciar uma suposta perseguição.
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Após a divulgação da notícia de que a PF pediu ao
Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) um relatório sobre suas
atividades financeiras, Greenwald entrou em contato com seus colegas da
organização não governamental Freedom of the Press Foundation (FPF)
para fortalecer a narrativa de perseguição.
No fim da tarde
desta terça-feira (2), a ONG emitiu uma nota criticando duramente o governo do
presidente Jair Bolsonaro pelo que chamou de “ataque
ultrajante à liberdade de imprensa” e “grosseiro abuso de poder”.
Coincidentemente,
Greenwald é membro do conselho de diretores da organização, como pode ser
confirmado através do site
oficial da FPF.
Em seu perfil
oficial no Twitter, o fundador do Intercept compartilhou
algumas vezes a matéria publicada pela organização, sempre com ataques diretos
ao ministro Moro e ao presidente Bolsonaro.
RENOVA
Mídia.
Sergio Moro and Jair Bolsonaro are barely in office for 6 months and they've already turned Brazil - with a strong history of press freedom - into a country where international press freedom groups have to condemn them for their corrupt attacks on journalists: https://t.co/JaHRGGWBAh— Glenn Greenwald (@ggreenwald) 2 de julho de 2019
"Ao longo da terça-feira, com o ministro evitando confirmar ou negar que a Polícia Federal —que ele controla— está investigando Greenwald, as reações em mídia social foram de choque." @nelson_de_sa na @Folha https://t.co/sMRWspktXu— Glenn Greenwald (@ggreenwald) 3 de julho de 2019

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