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Entre 10 e
18 de abril serão priorizadas as crianças e gestantes. Outros
grupos podem
receber a vacina a partir de 22 de abril. — Foto: Mayke Toscano
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Após 50
mortes em 2019, alguns estados tiveram que antecipar o início da vacinação por
causa de surtos imprevistos.
Começa nesta
quarta-feira (10) a campanha nacional de vacinação contra a gripe, destinada a
grupos de pessoas mais vulneráveis ao vírus. A mobilização vai até 31 de maio
em todo o país.
De acordo com o
Ministério da Saúde, nos primeiros dias da campanha – entre 10 e 18 de abril –
serão priorizadas as crianças e gestantes. Para os que se enquadram em outras
categorias, a vacinação será oferecida a partir de 22 de abril.
O lançamento
oficial da campanha acontece na manhã desta quarta em Porto Alegre, onde o
ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, cumpre agenda durante o dia.
Também nesta
quarta serão divulgados o número de doses e as metas da campanha. Em 2018,
foram adquiridas 60 milhões de doses.
50 mortes em
2019
Até março deste
ano já foram notificados 232 casos de influenza e a morte de 50 pessoas no
país. Alguns estados tiveram que antecipar o início da campanha por causa de
surtos imprevistos de gripe. No
Amazonas, por exemplo, a vacinação começou em 20 de março.
Podem receber a
vacina gratuitamente:
- Crianças de 6 meses a 5 anos de idade;
- Gestantes e puérperas, isto é, mães que deram à luz
há menos de 45 dias;
- Idosos;
- Profissionais de saúde, professores da rede pública
ou privada, portadores de doenças crônicas, povos indígenas e pessoas
privadas de liberdade;
- Portadores de doenças crônicas (como HIV) que fazem
acompanhamento pelo SUS também têm direito à vacinação gratuita.
A campanha se
concentra neste período do ano porque a queda das temperaturas no outono e no
inverno tende a aumentar as aglomerações de pessoas em lugares fechados e sem
ventilação. São maiores também os riscos de se pegar a doença, pois a
contaminação ocorre principalmente por meio do contato com outras pessoas
doentes.
A gripe diminui
a imunidade da pessoa gripada e pode levar a infecções virais ou bacterianas.
Em casos extremos, pode levar à morte.
A
vacina não causa a gripe. Ela permite que o paciente fique imune aos
tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.
Por G1

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