
Mais de 12
mil venezuelanos pediram proteção ao bloco no ano passado.
Mais de 12 mil
venezuelanos pediram proteção internacional à União Europeia (UE), em 2017, um
aumento de 155% em relação ao ano anterior, aponta o relatório anual da Agência
Europeia de Apoio ao Asilo (EASO) apresentado nesta segunda-feira (18).
Os sírios se
mantêm como os primeiros solicitantes com 108.020 pedidos em 2017. No entanto,
o índice caiu 68% em relação a 2016. Em segundo aparecem os iraquianos, com
52.590 pedidos (queda de 60%), e os afegãos, com 49.135 solicitações (queda de
74%). Os venezuelanos aparecem em 16ª posição em 2017, com 12.020 pedidos.
O informe da
EASO destaca o aumento dos solicitantes venezuelanos, os quais, antes de 2014,
"apresentavam apenas cerca de 100 pedidos por ano". Das 12.000
solicitações feitas em 2017, somente 0,33% já haviam tentado antes.
Apenas na
Espanha, os pedidos de proteção internacional de venezuelanos aumentaram em 98%
em 2017, na comparação com o ano anterior. Do total de 31.120 solicitantes na
Espanha em 2017, 33% eram da Venezuela.
Os venezuelanos
sofrem uma grave crise econômica, com hiperinflação e escassez de alimentos
básicos e medicamentos, assim como uma crise política acentuada desde o início
dos protestos contra o presidente Nicolás Maduro entre abril e julho de 2017.
Nesse período, 125 pessoas morreram em confrontos no contexto das
manifestações.
Por France Presse
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