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Manifestantes na frente do prédio da Amia, na
Argentina,
pedem
justiça no caso da morte do promotor Alberto
Nisman (Foto: Marcos Brindicci/Reuters)
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Câmara
Federal do país pediu avanço de investigação para apontar responsáveis pelo
crime. Promotor morreu em 2015, 4 dias depois de acusar Cristina Kirchner de
acobertar supostos terroristas.
A Câmara Federal da Argentina confirmou nesta
sexta-feira (1º) que a morte do promotor Alberto Nisman se tratou de um
homicídio e não um suicídio, informaram fontes jurídicas.
O promotor morreu em janeiro de 2015,
quatro dias depois de acusar a então presidente, Cristina Kirchner, de
acobertar supostos terroristas.
"Procede encomendar aos magistrados a
cargo da investigação o sustentado avanço do curso instrutório visando à
completa e cabal determinação dos responsáveis pelo homicídio de Natalio
Alberto Nisman, com a rapidez e seriedade que tão grave fato impõe",
afirmou o alto tribunal em uma resolução.
No ano passado, para tentar determinar se
houve suicídio ou homicídio, a promotoria encarregou uma junta de peritos de
realizar uma reconstituição do momento da morte do promotor.
A investigação estabeleceu que duas pessoas
espancaram, drogaram com cetamina e assassinaram Nisman em sua casa.
O promotor era o responsável por investigar o
atentado contra a associação mutual judaica AMIA de Buenos Aires em 1994, que
deixou 85 mortos.
Por Agencia EFE

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