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Agentes de
saúde trabalham para o controle do ebola no Congo;
novos casos
preocupam OMS (Foto: Media Coulibaly/Reuters)
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Organização
Mundial da Saúde registrou 32 novos casos, incluindo 18 mortes, no país entre 4
de abril e 9 de maio. Doença estava controlada desde julho de 2017.
Após declarar
fim do surto de ebola em julho de 2017, a Organização
Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (11) em
entrevista coletiva que o risco de propagação do vírus na República
Democrática do Congo (RDC) é elevado e que se prepara paro "o
pior cenário possível". A informação é da agência France Presse.
"Estamos
muito preocupados e nos preparamos para todos os cenários, incluindo o pior
cenário possível", declarou o diretor do programa de resposta de
emergências da OMS, Peter Salama, em uma entrevista coletiva em Genebra.
A
OMS registrou 32 casos ebola, incluindo 18 mortes, no país entre 4
de abril e 9 de maio. O último surto de ebola foi em 2017 e deixou quatro
mortos. Há algum tempo, no entanto, a África vem sofrendo com o avanço do
vírus.
A epidemia mais
importante ocorreu no oeste da África entre 2013 e 2016 e deixou 11,3 mil
mortos de um total de 29 mil casos, em sua grande maioria na Guiné, Libéria e
Serra Leoa.
Ebola é
transmitido por líquidos corporais
A febre
hemorrágica do ebola, que apareceu pela primeira vez em 1976 no que então era
Zaire (agora RDC), procede de um vírus que se transmite por contato físico com
os líquidos corporais infectados.
O consumo de
carne de animais silvestres também é um fator de contágio. A epidemia mais
importante ocorreu no oeste da África entre 2013 e 2016 e deixou 11,3 mil
mortos de um total de 29 mil casos, em sua grande maioria na Guiné, Libéria e
Serra Leoa.
Por G1

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