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© Heuler
Andrey/Estadão Apoiadores do ex-presidente
Lula em ato em apoio ao petista nos arredores
da
Polícia
Federal, em Curitiba
|
CURITIBA - A
presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, encerrou o ato em Curitiba, que
contou com cerca de cinco mil pessoas de acordo com a Polícia Militar, lendo
uma carta escrita pelo ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva na cadeia.
O ex-presidente
diz sentir tristeza porque a “nossa democracia está incompleta” e compara o
desempenho do governo Michel Temer na economia com os tempos de bonança de seus
dois governos. “A mesa já não é farta, e até para cozinhar o pouco que tem
muitas famílias catam lenha porque não podem mais pagar o bujão de gás”, diz
Lula.
“Vocês se
lembram da prosperidade do Brasil naqueles tempos (de seus governos)",
continua o petista para, na sequência, lembrar que era criticado na imprensa
pela condução econômica “quando o Brasil ia bem”. Segundo ele, hoje os mesmos
críticos falam em “retomada da economia”.
Ao final, em
tom eleitoral, Lula promete a volta dos bons tempos. “Sabemos que esse Brasil é
possível. Mais do que isso, já vivemos nesse Brasil há muito pouco tempo
atrás”. Depois de ler a carta, Gleisi voltou a afastar os rumores sobre o plano
“B”, os quais atribuiu à “grande mídia”. “Se alguém falar em plano 'B' para
vocês, não acreditem. Lula vai ser o nosso candidato”, disse a senadora.
Vaias
Mais
cedo, Aldo Rebelo,
pré-candidato pelo SDD, foi vaiado enquanto discursava contra a intolerância.
"Se nós não somos capazes de manter a tolerância num ato como este, não
temos autoridade para pedir unidade em defesa da democracia. Que eles
(adversários) alimentem este clima, compreendo. Só não compreendo quem se
declara democrata não ter capacidade de tolerar", reagiu Aldo, sob vaias.
O evento teve
ainda a participação dos pré-candidatos Manuela D'Ávila (PCdoB) e Guilherme
Boulos (PSOL).

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