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Marlon de
Andrade, de dez anos, morreu com um tiro na
cabeça no
Morro do Cantagalo, no Rio de Janeiro.
(Foto: Reprodução/ Facebook)
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Menor de 17
anos teria emprestado arma para o menino Marlon de Andrade, de 10 anos.
O corpo do
menino Marlon de Andrade, de 10 anos, morto com um tiro na cabeça no Morro do
Cantagalo, Zona Sul do Rio, no último sábado (24), será enterrado nesta
segunda-feira (26). O velório acontece na Associação de Moradores da comunidade
e o enterro será no Cemitério São João Batista, em Botafogo.
Um menor de 17
anos foi apreendido ainda na noite de sábado (24) por
suspeita de emprestar a pistola 9 mm que matou o menino. Ele foi
agredido por moradores e resgatado por policiais da UPP Pavão Pavãozinho e da
13ªDP (Copacabana).
Após a
apreensão, o adolescente foi levado para a 12ª DP (Copacabana) onde prestou
depoimento. Em seguida, foi encaminhado ao Hospital Miguel Couto por causa dos
ferimentos. Após a alta, ele será levado para a Delegacia de Proteção à Criança
e Adolescente (DPCA).
De acordo com
informações da 13ªDP, o menor apreendido tem passagens por trocar tiros com
policiais da UPP e já foi apreendido por crime análogo a roubo. Ele afirmou que
deixou a arma em uma laje e, quando voltou, duas crianças estavam mexendo no
armamento. Não se sabe ainda se ele chegou a atirar na criança ou se a arma
disparou quando ele tentava recuperá-la.
De acordo com a
UPP da área, não havia confronto entre criminosos e PMs na região.
Menor que
emprestou arma já havia sido detido
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Marlon de
Andrade, de dez anos, morreu com um tiro na
cabeça no
Morro do Cantagalo, no Rio de Janeiro.
(Foto: Reprodução/ Facebook)
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O menor
apontado pela polícia como sendo o dono da arma que matou Marlon é dono de uma
longa ficha de delitos. Ele
apareceu em reportagem do Jornal Nacional sobre roubos realizados
por uma quadrilha com a ajuda de vendedores na Praia de Copacabana, em maio do
ano passado. A investigação do caso, feita por agentes da 13ªDP (Copacabana),
durou seis meses.
Em depoimento
neste domingo, o menor disse à polícia que o disparo que matou Marlon foi
acidental.
Quando foi
apreendido por crime análogo a roubo, em 2017, ele era suspeito de outros três
crimes. Em 2016, por tentativa de homicídio por ter atirado contra policiais da
Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Pavão-Pavãozinho e por associação ao
tráfico de drogas. No ano seguinte, ele também foi enquadrado por posse de arma
de fogo.
Aos policiais,
o adolescente de 17 anos afirmou que, após ser apreendido pelos crimes na Praia
de Copacabana, passou 45 dias cumprindo pena.
Por Bom Dia Rio


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