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| (Foto: Arte/G1) |
Tema foi discutido durante reunião
entre o presidente Michel Temer, ministros e parlamentares da base, neste
domingo, em Brasília, informou Aguinaldo Ribeiro.
O líder do governo na Câmara,
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse neste domingo (24), após participar de uma
reunião com o presidente Michel Temer, ministros e parlamentares da base no
Palácio do Jaburu, em Brasília, que a "tendência" é que o governo
mantenha o horário de verão em vigor neste ano.
De acordo com Ribeiro, o horário
de verão foi um dos temas discutidos no encontro. Na semana passada, a Casa
Civil da Presidência confirmou que o governo avalia a "conveniência"
de manter o programa devido ao baixo impacto na economia de energia.
"A avaliação de todos que
participaram da reunião é uma avaliação no sentido de se manter o horário [de
verão], mas essa decisão será tomada posteriormente pelo presidente e pelo
ministro da pasta [de Minas e Energia]", disse Ribeiro a jornalistas após
deixar o Jaburu.
"Nós fizemos uma avaliação de
que a tendência é que isso [horário de verão] se mantenha", completou ele.
Se nenhuma mudança for anunciada
nas próximas semanas, o horário de verão deve entrar em vigor no dia 15 de
outubro, em dez estados e no Distrito Federal (veja mapa). Nessas regiões, o
relógio deve ser adiantado em uma hora até o dia 18 de fevereiro de 2018.
Denúncia contra Temer
Ribeiro negou a jornalistas que,
durante a reunião deste domingo, tenha sido discutido o início da tramitação,
na Câmara dos Deputados, da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria
Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer. A previsão é que a
tramitação da denúncia comece nesta segunda (25).
Os ministros Antonio Imbassahy
(Secretaria de Governo), Osmar Terra (Desenvolvimento Social), Eliseu Padilha
(Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), os dois últimos denunciados
pela PGR junto com Temer, participaram da reunião.
Também estiveram no Jaburu o líder
do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), o líder do governo na Câmara,
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o vice-líder do governo, o deputado Darcísio Perondi
(PMDB-RS), o líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE), e o
deputado Pauderney Avelino (DEM-AM).
Ribeiro avaliou, porém, que a
expectativa é que, a exemplo da primeira denúncia contra o presidente, esta
também seja rejeitada pela Câmara.
"Pela forma como foi
apresentada a denúncia, pela própria imprensa que tem noticiado várias
inconsistências que estão sendo apontadas a todo o tempo e fatos novos que
estão chegando, isso faz com que se reforce ainda mais o clima de rejeição da
denúncia", disse.
Por Guilherme Mazui, G1,
Brasília

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