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Odebrecht
vendeu projeto de irrigação Olmos,
no Peru (Foto: Divulgação)
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Negócio
estava suspenso por ordem da ex-procuradora do Estado, que foi demitida em
julho; Tribunal entende que proibição da venda é inconstitucional e dificulta
ressarcimento do estado.
Um tribunal de
apelação no Peru revogou a decisão que proibia a Odebrecht de vender seu
negócio peruano de irrigação Olmos para um consórcio liderado pela canadense Brookfield
Infrastructure Partners LP, informou o judiciário do Peru na segunda-feira
(11).
A proibição,
que tinha sido ordenada por uma procuradora do Estado que foi demitida em julho,
tinha interrompido a operação acertada em novembro entre a Odebrecht, a
Brookfield e a francesa Suez.
O tribunal de
apelação disse que proibir a transação era inconstitucional e tornaria mais
difícil para o Peru garantir reparações civis da Odebrecht por corrupção.
Desde que
fechou um acordo de leniência, a Odebrecht está se reestruturando e anunciou o
plano de vender R$ 12 bilhões em
ativos.
As operações da
companhia no exterior também foram afetadas pela decisão. Só no Peru, a empresa
vendeu a usina hidrelétrica de Chaglla, a terceira maior do país, concessões de
rodovias e o projeto de irrigação de Olmos.
Por Reuters

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