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O presidente
da Venezuela, Nicolás Maduro, assiste a uma
parada militar em Campo de Carabobo, na quarta (28)
(Foto:
Miraflores Palace/Handout via Reuters)
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Maduro anunciou que ministro da
Defesa irá visitar os dois países para fechar acordos. Equipamentos serão
entregues a combatentes das forças de ação especial, grupos especiais e tropas
de ação rápida.
A Venezuela comprará tecnologia
bélica e armas de China e Rússia para equipar suas forças especiais, incluindo
as tropas de choque encarregadas de controlar distúrbios como os que ocorreram
há dez dias, informou nesta quarta-feira (28) o presidente Nicolás Maduro.
"Em breve irá o general
(ministro da Defesa, Vladimir Padrino López) à Rússia e à China para fechar os
acordos e trazer a tecnologia e as armas mais modernas do mundo", afirmou
Maduro em um ato com a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB).
Os equipamentos serão entregues
"aos combatentes das forças de ação especial, grupos especiais e tropas de
ação rápida para o combate contra o inimigo e a preservação da paz em nossa
terra".
Maduro pediu aos militares que
enfrentem os distúrbios e saques como os que ocorreram em vários estados entre
16 e 18 de dezembro, diante da falta de dinheiro em circulação.
O presidente responsabilizou
"paramilitares" e "traficantes colombianos" pelos fatos,
que deixaram quatro mortos e centenas de lojas saqueadas.
Para prevenir e combater os
distúrbios, Maduro pediu à FANB que fortaleça as atividades de inteligência com
as organizações populares ligadas ao governo.
"Busquemos as organizações
populares, Unidades de Batalha Bolívar Chávez, conselhos comunitários, Comitês
Locais de Abastecimento. É preciso articular uma inteligência no conceito de
guerra de todo o povo".
Por France Presse

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