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Marcelo Odebrecht, ex-presidente e
herdeiro do grupo Odebrecht, contou aos procuradores da Lava Jato em delação
que a empreiteira tinha um projeto para manter o poder, a relevância política e
a influência de Lula após o fim do segundo mandato do ex-presidente.
Segundo a Folha de S.Paulo, uma
“conta” foi criada para esse “projeto”. A denominação dada pela empresa ao
projeto foi Setor de Operações Estruturadas, que acabou sendo responsável pelo
pagamento de propinas, inclusive no caso relatado recentemente, acerca da
compra de um terreno em São Paulo para a construção de uma sede para o
Instituto Lula.
Ainda segundo o jornal paulista, o
ex-ministro Antonio Palocci, que está preso, é apontado como operador da conta,
sendo o encarregado da movimentação dos valores.
Mas sobre a ligação do terreno com
Lula, a investigação ainda tem muito o que esclarecer, uma vez que o prédio não
foi construído lá. Em nota, o Instituto Lula afirmou que não vai comentar
“delações para obtenção de benefícios judiciais, muito menos especulações sobre
supostas delações”.

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