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Ex-ministro
diz que maior reforma do PT foi a tomada
de três
pinos. © Foto: LC Moreira/Parceiro/Agência O Globo
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O ex-ministro Ciro Gomes (PDT)
disse neste domingo, durante o Festival Piauí GloboNews de Jornalismo, que o
ciclo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na política está no fim.
Durante entrevista no evento, Ciro mais uma vez mostrou sua língua ferina e
chamou o presidente Michel Temer de "golpista salafrário" e disse que
o ministro das Relações Exteriores, José Serra, está "senil".
-- O que eu penso é que quem está
em final de ciclo é o Lula - afirmou o ex-ministro, ao ser perguntado se
acreditava que depois do resultado das eleições municipais o PT iria acabar.
Para Ciro, Lula, de quem foi
ministro da Integração Nacional, adotou práticas equivocadas.
-- O Lula descolou-se da
realidade. Começou a brincar de Deus, a se autorizar a praticar todo o tipo de
coisas intoleráveis.
O ex-ministro, que pretende
disputar a Presidência em 2018, afirmou ainda que a sua declaração sobre a
ideia de levar Lula para uma embaixada para ele não ser preso foi distorcida.
Ciro esclareceu que que, na verdade, estava criticando a ideia da ex-presidente
Dilma Rousseff de nomear o líder petista ministro da Casa Civil e que a forma
correta de protegê-lo não era essa.
-- Disse que deveria ser formada
uma comissão de juristas e, se esses juristas considerassem que o Lula poderia
ser vítima de uma prisão ilegal, a opção seria sequestrá-lo e levá-lo para uma
embaixada.
De acordo com o ex-ministro, o PT
não produziu nenhuma reforma importante no país, enquanto esteve no poder,
"apenas a da tomada de três pinos".
Apesar de estar sendo processado
por Temer, Ciro, por mais de uma vez, chamou o presidente de "golpista
salafrário" durante o evento.
Na entrevista, Ciro foi provocado
para discorrer sobre figuras da política nacional. Afirmou que o ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso é um traidor do país. Sobre Serra, respondeu:
- Pior que agora está senil.
Acusou ainda o candidato do PSOL a prefeito do Rio, Marcelo Freixo, de ter "um moralismo estreito". Por isso, não apoiaria ninguém no segundo da eleição carioca.
Agência O Globo

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