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Ex-ministro
José Dirceu aparece nas planilhas de pagamentos
da Odebrecht
apreendidas na 23ª fase da Lava Jato
(Foto: Vagner
Rosário/VEJA.com)
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Um dos relatórios do Ministério
Público Federal no âmbito da Operação Acarajé, a 23ª fase da Lava Jato, mostra
o marqueteiro João Santana e o ex-ministro José Dirceu como intermediários de
propina da Odebrecht. O MPF tirou as informações do arquivo "posição-italiano310712MO",
em que estão registrados pagamentos de 229,5 milhões de reais por executivos da
empreiteira entre 2008 e 2012. "Via Feira", referência ao marqueteiro
de Dilma Rousseff e Lula, foram repassados em 18 milhões de reais a uma
campanha das eleições municipais de 2008 e 5,3 milhões de reais a um evento em
El Salvador, onde Santana prestou serviços ao ex-presidente Maurício Funes nas
eleições de 2009. O MPF relata que o publicitário atuou, "ao menos nesse
caso, como intermediário dos valores". Já "via JD", sigla que
identificava José Dirceu nas planilhas de pagamentos de propina da Odebrecht,
foram repassados 48 milhões de reais em 2009 e 2010, ano em que, segundo o MPF,
a empreiteira indicou um "bônus" de 900.000 reais ao PT. (João
Pedroso de Campos, de São Paulo)

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