Suspeito de agredir três em festa no Rio defende direitos humanos na web | Rio das Ostras Jornal

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Suspeito de agredir três em festa no Rio defende direitos humanos na web

José Philippe defende direitos humanos na web
(Foto: Reprodução/ Internet)
José Phillipe lista várias causas que supostamente defende em rede social.  Ele foi preso e levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó.
O perfil na rede social LinkedIn no nome do promotor de eventos José Philippe Ribeiro de Castro, suspeito de agredir três pessoas durante uma festa na Zona Sul do Rio, o classifica como defensor de causas como os direitos humanos, direitos civis e ações sociais. Preso no domingo (7), José foi levado nesta segunda-feira (8) para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Em sua conta o serviço, uma rede social voltada para informações profissionais, o promoter conta sua trajetória profissional e comenta que fala outros quatro idiomas além do português.

Apesar de defender essas causas, José Philippe tem oito passagens pela polícia sendo que em mais de um dos casos por agressão contra mulheres. A delegada que investiga o caso, Monique Vidal, disse que a namorada dele, Camila Vilela Ramalho França, também iria prestar depoimento, mas foi levada ao Instituto Médico-Legal para passar por um exame, pois estaria com hematomas no corpo após a confusão do último sábado. Ela estaria presente na festa e deve prestar depoimento à polícia na terça (9).

José Philippe de Castro responderá por dupla tentativa de homicídio e lesão corporal. Das três vítimas atingidas, aparentemente por uma lâmina de um saca-rolha, duas estão internadas. Uma das vítimas é Gabriel Silva, que perdeu uma parte da orelha e está estável no Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon. Ana Carolina Romeiro, sua noiva, está internada em estado grave na Clínica São Vicente, na Gávea. Ela sofreu golpes no tórax e no abdômen.

Irmão presta depoimento
Em depoimento de João Gabriel, irmão de José Phillipe, deu declarações semelhantes ao do promoter, de acordo com a Polícia Civil. "Ele disse que houve uma briga no fim da festa, mas que não havia nenhum tipo de arma. Ele entrou em um quarto e, quando voltou, encontrou dois caídos ensanguentados no chão. Ele disse que chamou o socorro, mas não conseguiu atendimento. Então, ele os levou com um amigo para o Hospital São Vicente", afirmou a delegada Monique Vidal.
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