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| Gabrielle Batista da Silva |
A delegada titular da 128ª Delegacia Legal de Rio das Ostras, Carla
Tavares confirmou na manhã desta terça-feira (16/07), que o principal suspeito
de ter violentado e matado a pequena Gabrielle Batista da Silva, de apenas 2
anos, já se encontra em prisão temporária desde a ultima quinta-feira (11/07).
A delegada disse que aguarda o resultado do exame de DNA para confirmar
a suspeita, até lá, o nome do homem será preservado, devido à gravidade do
caso. As investigações prosseguem enquanto o resultado do exame, que tem pedido
de urgência da chefe de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Martha
Rocha, não é liberado.
Uma das linhas de investigação apura a informação chegada à delegacia
de que a menina não teria sido pega na casa enquanto a família dormia. Uma
testemunha teria revelado que a menina teria ficado sozinha em casa, enquanto a
família estava em uma festa em local bem próximo à residência, o que teria
facilitado a ação do bandido.
“Nós continuamos as investigações e colhendo informações de todos que
estiveram com a família no dia do crime e momentos antes. Estamos checando se a
história contada pelos pais é verdadeira ou se houve negligência. Talvez a
criança estivesse sozinha em casa”, revelou Carla Tavares.
As informações sobre o suspeito detido só serão reveladas após
confirmação do exame de DNA.
Relembre o caso
A pequena Gabrielle ficou desaparecida por cinco dias. Segundo o pai e
a mãe, ela estava dormindo junto com eles e com os irmãos, em um colchonete no
chão da casa e por volta das 4h, quando a mãe acordou, constatou que a criança
não estava na casa.
Familiares e amigos deram início a uma busca que só terminou na
quarta-feira (10/07), quando o corpo da menina foi encontrado em uma casa em
construção, no mesmo bairro Âncora, onde ela morava com a família.
No dia seguinte a delegada Carla Tavares, confirmou que o laudo da
morte da pequena Gabrielle, de dois anos apontava que ela morreu após ser
estuprada. A causa da morte foi hemorragia na cavidade abdominal. Ela foi
estuprada e agredida até a morte.
Também no dia seguinte a delegada confirmou que a Polícia já teria um
suspeito que poderia ser preso nas horas seguintes.



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