Caixa inicia feirão da casa própria em dez cidades nesta quinta
Evento começa pelo Rio de Janeiro e se estende até o dia 21 de junho. Feira ocorrerá em SP, Belo Horizonte e Curitiba, entre outras cidades.
A Caixa Econômica Federal realizará a partir desta quinta-feira (14) até 21 de junho a quinta edição do Feirão Caixa da Casa Própria em dez cidades brasileiras. A Caixa já tem mais de 109 mil imóveis disponíveis para venda, entre novos e usados.
O evento começará pelo Rio de Janeiro e será realizado também em Salvador, Curitiba, Uberlândia, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Recife, Porto Alegre e Fortaleza. (Para ver as datas e endereços do feirão em cada cidade, veja a tabela abaixo ou visite o site do Feirão)
Além dos dez feirões, ocorrerão outras 62 feiras menores em 59 cidades, de 15 de maio a 28 de junho. Em todos eles, é possível conhecer os imóveis, dar entrada no papel e fechar negócio.
Segundo estimativas da Caixa, o evento deve superar a movimentação financeira do ano passado: em 2008, foram R$ 4 bilhões em contratações de financiamentos e negócios encaminhados, segundo dados do banco.
As linhas de financiamento da Caixa atendem a todas os segmentos de renda, com prazo de até 30 anos e prestações decrescentes.
Podem ser financiados: imóveis novos, usados, ainda na planta ou já em construção; a compra de um terreno ou a construção em um já adquirido; compra de material de construção ou reformas.
De acordo com a Caixa, o feirão será uma "excelente oportunidade" para que as pessoas conheçam empreendimentos que se encaixam no programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal.
Serviço
Quem estiver interessado em obter um financiamento, deve levar a seguinte documentação à feira:
- documentos pessoais do comprador e do vendedor, dependendo do tipo de negócio (RG, CPF, comprovante de residência);
- comprovante de renda (do comprador e do vendedor);
- documentação do imóvel, e/ou da obra e do construtor, caso o imóvel esteja em construção.
Começa julgamento de acusado de matar jovem inglesa
Mohammed Santos matou e esquartejou Cara Marie em julho de 2008. Ele chegou algemado e escoltado por seis policiais.
Começou, por volta das 9h desta quinta-feira (14), o julgamento do jovem Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, de 21 anos, acusado de matar e esquartejar a inglesa Cara Marie Burke em julho de 2008, em Goiânia.
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal da capital goiana, é o responsável pelo julgamento. Mohammed chegou ao Tribunal de Justiça algemado e escoltado por seis policiais militares. Durante o julgamento, deve permanecer sem algemas.
Mohammed estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia desde 31 de julho do ano passado. Ele será julgado sob as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que a jovem inglesa teria ameaçado contar à mãe do réu e a um policial militar que ele usava drogas. Segundo o juiz, outro agravante seria o ataque enquanto a vítima estava ao telefone.
Cerca de 300 pessoas devem acompanhar o julgamento. Por volta das 7h30, os interessados faziam fila no fórum da capital goiana. Todos passaram pelo detector de metais antes de entrar no local.
Quatro mulheres e três homens compõem o Corpo de Sentença. A defesa fez três recusas no sorteio feito pelo magistrado e o Ministério Público rejeitou apenas um dos sorteados. Os jurados devem permanecer isolados e incomunicáveis.
Julgamento
O julgamento começou com a leitura da acusação feita pelo Ministério Público. O texto fala sobre como o réu conheceu a vítima Cara Marie Burke, na Inglaterra, e sobre como o crime foi cometido, a golpes de faca. Em seguida, o corpo da jovem inglesa foi esquartejado e jogado em vários pontos de Goiânia e de Bonfinópolis.
A denúncia ainda fala sobre a crueldade exercida pelo acusado, que levou o corpo da vítima para o box do banheiro de seu apartamento, tirou uma fotografia da vítima, foi a uma festa e mostrou a foto para amigos. Ele ainda saiu para comprar uma faca profissional para que o corpo pudesse ser esquartejado. Uma nova foto foi feita pelo celular do réu e, mais uma vez, a imagem da vítima morta foi apresentada para amigos do acusado.
O tenente Cláudio de Oliveira Silva, da Ronda Tática Ostensiva Metropolitana (Rotam), foi o primeiro a ser ouvido pelo magistrado. Ele afirma que gravou uma conversa com Mohammed, na qual o acusado teria oferecido R$ 70 mil para ser solto, sendo R$ 50 mil à vista.
O juiz chegou a pedir silêncio ao plenário, avisando que poderá esvaziá-lo caso haja manifestações. Esse tipo de problema ocorreu quando o advogado de defesa fazia perguntas para o tenente Cláudio.
O segundo a ser ouvido no julgamento foi o porteiro do prédio onde ocorreu o crime, Domingos Leal da Silva. Ele disse que os moradores costumavam reclamar do som alto vindo do apartamento do réu, mas que nunca viu brigas no local. Silva afirmou ainda que viu Mohammed arrastando uma mala preta no dia 29 de junho de 2008. Ele viu o rapaz indo para a garagem e voltando, horas depois, a pé.
Os advogados Carlos Trajano de Souza e Odair Menezes, que representam o jovem Mohammed, já disseram que vão alegar que o réu confesso é portador de transtorno de personalidade antissocial, perturbação de saúde mental e dependência química.
Namorada
O juiz também ouviu a cabeleireira Helen de Matos Victória, de 19 anos, namorada de Mohammed, que disse que ele tem distúrbios de comportamento. Segundo ela, o réu muda de humor constantemente. Ela informou que soube, depois da prisão dele, que o namorado consumia crack, cocaína e cheirava gás de cozinha. Neste momento, ela não se conteve e começou a rir, provocando a mesma reação no público presente.
Ela disse ainda que conheceu a vítima Cara Marie Burke, mas que não conversava com a jovem inglesa por causa do idioma. Helen afirmou que não tem medo de ser morta pelo namorado.
Filho e preconceito Cara Marie Burke e Mohammed D'Ali chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro, em Goiânia. A garota estaria com medo de Mohammed por causa do envolvimento com drogas.
Antes do crime, Mohammed começou a namorar Helen e o relacionamento continuou mesmo após a prisão dele. O réu virou pai ainda na carceragem. No dia 23 de março deste ano, a jovem deu à luz um bebê prematuro, de sete meses, em uma maternidade particular na capital goiana.
A cabeleireira disse que ficou grávida durante uma das visitas íntimas ao namorado. "Não tenho envolvimento com o que aconteceu, mas estou pagando com o preconceito das pessoas. Já tentei arrumar emprego, mas não consigo, as pessoas ficam me olhando e comentando pelas costas. Quando descobrem que sou namorada dele [Mohammed], desistem de me dar a vaga. Isso já aconteceu duas vezes."
O irmão do acusado, Bruce Lee, que vive atualmente em São Paulo, também foi convocado pelos advogados de defesa. A mãe do réu, Ivany Carvalho dos Santos, não vai acompanhar o júri. A família não informa seu paradeiro.
'Não vemos nada de guerra', dizem brasileiros que vivem na Jordânia
Primos Hani e Mohammed elogiam nova terra, mas mantêm elo com Brasil. Maiores problemas da Jordânia são desigualdade e trânsito, relatam.
Os brasileiros Hani e Mohammed moram no país que fica no meio do mapa entre a guerra dos EUA no Iraque e o interminável conflito entre Israel e palestinos, mas estão tranquilos: “Aqui não tem nada de guerra”, contaram, em uma longa entrevista ao G1 concedida em Amã, capital do Reino Hashemita da Jordânia, onde vivem. Nascidos em Sobradinho, no Distrito Federal, os dois falam de forma apaixonada sobre a pátria adotada, mas dizem querer manter um laço com o país onde nasceram.
Viajar ao Oriente Médio, esta região do mundo que aparece diariamente nos noticiários por conta da violência e das guerras, pode parecer loucura para muitos brasileiros, mas foi o que Hani Jamal Mdrei fez quando tinha 15 anos, em 1994. Ele viajou junto com o pai, de origem palestina, que precisava deixar o Brasil e mudar de ambiente para se tratar de um câncer.
Aos 30, ele é comerciante de ouro em Zarqa, município a 25 km da capital jordaniana. “Amei Amã. Conheço bem a cidade, já passei por todas as partes dela”, contou. Depois de 15 anos, ele já se sente em casa, fala árabe fluentemente, é casado e tem duas filhas.
Seu primo Mohammed Jaber Mdrei chegou há menos tempo, há seis anos. Muçulmano, ele tem 19 anos e estuda no último ano de uma escola católica privada. “Aqui é muito tranquilo, as pessoas respeitam muito as outras e ninguém pergunta sua religião”, disse.
Mohammed é o proprietário da comunidade de brasileiros na Jordânia no Orkut, que já tem mais de 60 membros. No total, segundo a embaixada, há entre 1.000 e 1.200 brasileiros vivendo no país. Os dois contam que conversam entre si misturando árabe e português, por mais que Mohammed diga que até hoje não domina totalmente o idioma da Jordânia.
Eles reclamam da forma simplista como o Oriente Médio é visto pelos brasileiros, que pensam que “é tudo guerra”. “Aqui não passa nem avião envolvido em conflitos”, disseram.
Os dois se encontraram com a reportagem do G1 no Books@Cafe, considerado um dos principais bares da juventude globalizada de Amã. De lá, saíram de carro para mostrar a capital jordaniana pelos olhos deles, desde bairros mais tradicionais aos mais ricos e modernos, com grandes casas e lojas de luxo.
Jordânia brasileira
Hani e Mohammed não passam nem um dia sem comer feijão com arroz em casa, mas estavam com saudade de um churrasco com picanha. Um restaurante brasileiro recém-aberto os ajudou a relembrar o sabor da terra natal, que apresentaram aos amigos. Por 22 dinares (pouco mais de R$ 65), puderam relembrar o tradicional rodízio brasileiro, em substituição aos kebabs e kaftas do churrasco local.
Os dois países têm muito em comum, dizem. A maior diferença é que os jordanianos abrem mão de uma certa liberdade para poderem viver em um país seguro e funcional. “Aqui não tem a mesma democracia”, diz Hani. “Em qualquer país monárquico, não se pode falar mal da família real. As pessoas podem fazer o que quiserem, são livres, só não podem falar do rei. Só ele importa”, completou.
Segundo os dois primos brasileiros, há, sim, pessoas insatisfeitas com o governo, mas elas têm medo de falar abertamente sobre o assunto.
Eles mesmos soam insatisfeitos por um lado, mas felizes com o sistema jordaniano por outro. Segundo eles, ao ficar indefinidamente no poder, o rei ganha uma responsabilidade permanente, e não apenas de 4 anos, como no Brasil, o que acham positivo.
Eles se empolgam ainda mais quando o tema da política é o maior líder da história do país, o Rei Hussein, morto em 1999. “Não existe ninguém igual a ele. Hussein jogava muito bem, e não permitiria a guerra no Iraque, teria evitado o conflito em Gaza”, disse Hani, finalizando com elogios também à capacidade governamental do Rei Abdullah II.
Problemas
Questionados sobre os problemas da Jordânia, país tratado sempre como uma terra maravilhosa no meio da caótica região , eles não falam em violência, mas citam dois problemas bem comuns no Brasil: desigualdades sociais e trânsito.
”Por um lado, há pessoas que ganham apenas o suficiente para comer. Por outro, há carros em excesso nas ruas”, dizem. Apesar de não ter reservas de petróleo, a Jordânia consegue comprar o combustível subsidiado vindo de países como o Iraque, e paga-se nas bombas um preço em média 50% mais barato de que no Brasil, US$ 0,50 por litro.
Um outro problema mais recente é a vinda em massa de refugiados iraquianos para o país (cerca de 700 mil desde 2003), especialmente os de classe mais alta, que incentivaram um forte processo inflacionário. Apesar de reclamarem do preconceito brasileiro com a Jordânia, eles admitem que o oposto também existe, e que os jordanianos também têm preconceito. “Eles pensam que o Brasil é só pobreza e violência, que é o que a TV mostra”, diz Mohammed. Tudo o que sabem é isso e futebol, claro. Andando pela cidade e sendo interpelado por pessoas que lidam com turistas, o futebol é sempre o tema preferido dos jordanianos quando falam do Brasil. Mesmo sem pensar em voltar para o Brasil, Hani e Mohammed não querem cortar os laços. O irmão de Hani, que morava no país do Oriente Médio, voltou há pouco para Brasília, e deve servir de base para uma retomada de contato entre os brasileiros que não visitam o país há anos. “Vamos reconstruir a relação com o Brasil”, disse Hani.
Polícia agride ator de 'Quem quer ser um milionário?' e destrói sua casa em favela
Ator Azharuddin Mohammed Ismail e sua família foram expulsos da casa onde moravam.
A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme ''Quem quer ser um milionário?'', vencedor de oito Oscars neste ano, foi destruída nesta quinta-feira (14) pelas autoridades de Mumbai, na Índia.
Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai. A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora.
"Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, eles haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presentes na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele afirmou que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em ''Quem quer ser um milionário?'', Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.
Crianças participam de reconhecimento de pedófilos em Catanduva
Nesta quinta (15), vítimas ficarão protegidas por vidro espelhado. Ministério Público investiga rede de pedofilia no interior de São Paulo.
Dez crianças vítimas de abuso sexual em Catanduva, a 385 km de São Paulo, participarão nesta quinta-feira (14) de uma sessão de reconhecimento dos dois principais suspeitos de atentado violento ao pudor contra elas.
A audiência que será realizada durante a tarde faz parte da ação penal derivada do primeiro inquérito contra os dois homens, apontados também como integrantes de uma rede de pedofilia na cidade. O juiz Celso Mazitelli disse ao G1 por telefone que a sessão de reconhecimento pode se estender por mais de um dia porque há muitas testemunhas a serem ouvidas. "As vítimas ficarão separadas dos supostos agressores por um vidro espelhado que não permite que sejam vistas pelos réus", afirmou.
Os dois homens que estão presos também são alvos de uma investigação do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) de São José do Rio Preto. Os promotores e a Polícia Civil da cidade apuram denúncias de uma rede de pedofilia. A suposta rede teria feito mais de 50 vítimas, entre crianças de 6 a 12 anos de idade, de acordo com a juíza Sueli Juarez Alonso.
A juíza pediu a prisão de outros dois suspeitos - um médico e um empresário da cidade, mas antes de serem presos eles conseguiram habeas corpus do Tribunal de Justiça de São Paulo. Outros quatro suspeitos estão de volta às ruas.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, do Senado Federal, esteve na cidade durante uma semana no mês de março. Durante uma das sessões, realizada na Câmara Municipal de Catanduva, a primeira delegada encarregada do caso admitiu aos senadores que errou ao avisar o advogado de um dos suspeitos sobre a realização futura de uma blitze na casa do cliente dele.
Enxurrada arranca cerca de propriedades rurais em SE
Em Estância, chuva deixou plantações e pastos alagados. Prefeitura decretou situação de emergência.
Chove forte desde o início da semana em Sergipe. No sul do estado, plantações de milho foram alagadas e os pastos, destruídos.
No município de Estância, o Rio Piauitinga subiu cinco metros e transbordou. Tudo que a agricultora Alaíde de Jesus plantou foi levado pela água. “Perdi o milho e o feijão”, disse. A enchente também prejudicou a lavoura de milho do agricultor Edvan Santos, que estava prestes a ser colhida. “Foi tudo arrancado. A maioria ficou alagada e não tem como recuperar”, lamentou.
A enxurrada destruiu ainda os pastos que ficam mais próximos ao rio. O gado da área de uma propriedade da região onde havia capim foi retirado às pressas. Por pouco, os animais não foram levados pela correnteza. “Só tinha um pedacinho de terra. O gado estava com medo de passar”, disse o agricultor Reginaldo Marques. Os animais foram levados para lugares mais altos.
O trabalho mais urgente é recuperar as cercas que foram arrancadas pela força da água. “É reconstruir para que o gado permaneça no local fechado”, comentou o agricultor. O município de Estância decretou situação de emergência por causa das chuvas.
Avião pega fogo no pouso nos EUA
O incêndio começou em uma das rodas e foi logo contido por bombeiros.
Um Boeing 737-300 com 47 passageiros a bordo pegou fogo durante a aterrissagem em um aeroporto de Houston, no Estado americano do Texas, na terça-feira. O incêndio começou em uma das rodas e foi logo contido por bombeiros.
Todas as pessoas a bordo conseguiram sair usando uma rampa de emergência, e ninguém ficou ferido.
O avião da Southwest Airlines vinha de Nova Orleans e não teria apresentado problemas durante o vôo.
Ônibus espacial Atlantis 'agarra' telescópio Hubble para iniciar reparos
Encontro com o observatório orbital se deu nesta quarta-feira (13). Astronautas farão reparos e atualizações nos próximos dias.
Um dos momentos críticos para a atualização do Telescópio Espacial Hubble aconteceu por volta das 14h (de Brasília) desta quarta-feira (13). O braço robótico do ônibus espacial Atlantis, operado manualmente pelos astronautas, conseguiu "agarrar" o Hubble e encaminhá-lo para a área de carga da espaçonave.
A partir de lá, ao longo dos próximos dias, a equipe composta por outros seis astronautas e liderada pelo americano Scott Altman fará uma série de caminhadas espaciais para executar reparos e atualizações nos sistemas do observatório orbital. Esta será a quarta e última missão de reparos ao venerável satélite da Nasa.
Esta é a primeira missão de um ônibus espacial não conectada com o projeto da Estação Espacial Internacional (ISS) desde o desastre do Columbia, em 2003.
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