A iniciativa é realizada por meio dos programas EaD
Social e Ser Mulher, mantidos pela Companhia Ser Educacional,
responsável pelas marcas UNINASSAU, UNAMA e UNIFAEL.
As candidatas poderão escolher entre 21 cursos de
graduação e mais de 120 opções de especializações e MBA, ampliando
as possibilidades de formação de acordo com seus interesses e projetos
profissionais.
Inscrição precisa ser encaminhada por instituição
Um dos pontos mais importantes do processo é que as mulheres
interessadas não fazem a inscrição diretamente nesta primeira etapa. A
indicação precisa ser realizada por uma instituição que atue no acolhimento,
proteção ou atendimento a mulheres vítimas de violência.
Podem participar desse encaminhamento instituições como
Centros de Referência da Mulher, CREAS, CRAS, Casas Abrigo, secretarias
municipais e estaduais, organizações da sociedade civil, instituições de
assistência social e núcleos de acolhimento e proteção à mulher.
As instituições interessadas devem fazer um cadastro
eletrônico e apresentar os documentos solicitados no edital. Depois da
validação, receberão um código que permitirá encaminhar as candidatas.
Como funciona a seleção
Após receber a indicação, a mulher poderá realizar sua
inscrição por meio de formulário eletrônico e deverá apresentar documentos
pessoais, além de comprovantes de renda e da situação socioeconômica.
O processo seletivo terá análise documental e
socioeconômica. Na segunda etapa, as candidatas também deverão elaborar uma
redação.
A inscrição das instituições responsáveis pelos
encaminhamentos deve ser realizada entre 20 e 27 de agosto. O resultado
final está previsto para ser divulgado em 22 de setembro.
Todas as regras, documentos necessários, etapas e critérios
de seleção estão detalhados no edital da iniciativa.
Educação como caminho para autonomia
A proposta busca ampliar as oportunidades de qualificação
profissional para mulheres que enfrentam situações de vulnerabilidade,
contribuindo para a autonomia econômica e social.
O programa Ser Mulher atua com ações voltadas à prevenção e
ao enfrentamento da violência contra as mulheres, incluindo formação
profissional, capacitação, sensibilização, mobilização social, orientação e
acolhimento.
Já o EaD Social tem como foco ampliar o acesso ao ensino
superior e à formação continuada para pessoas em situação de vulnerabilidade
social e para grupos historicamente afastados das oportunidades educacionais.
A iniciativa aposta na educação como uma ferramenta para
ampliar perspectivas profissionais e ajudar mulheres a reconstruírem seus
projetos de vida com mais autonomia e novas possibilidades.
Edital

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