
O governo brasileiro expressou profundo pesar pelas vítimas dos devastadores deslizamentos de terra e inundações que atingiram o Nepal e a Região Administrativa Autônoma do Tibete, na China, resultando em ao menos 157 mortos e centenas de desaparecidos. A nota oficial do Ministério das Relações Exteriores (MRE) reforça a solidariedade do Brasil diante da calamidade.
A tragédia, desencadeada por uma avalanche de lama e água após intensas chuvas, devastou áreas na fronteira do Himalaia, arrastando edificações e pontes. O MRE informou que, até o momento, não há registro de cidadãos brasileiros entre as vítimas, mas acompanha de perto os desdobramentos da situação.
Solidariedade e Apoio Consular
Em comunicado, o Itamaraty expressou "profundo pesar e solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo do Nepal e da China". A Embaixada do Brasil em Katmandu, capital do Nepal, e a Embaixada do Brasil em Pequim, capital da China, estão em alerta, monitorando a situação e prontas para oferecer assistência.
Para cidadãos brasileiros em situação de emergência no Nepal, o plantão consular da Embaixada em Katmandu pode ser contatado pelo telefone +977 9801032381. Já os brasileiros na Região Administrativa Autônoma do Tibete, na China, podem buscar apoio no plantão consular da Embaixada em Pequim, pelo telefone +86 138 0121 0722.
Detalhes da Avalanche no Nepal e Tibete
Câmeras de segurança registraram cenas aterrorizantes de pessoas fugindo enquanto uma avalanche de lama e água arrastava prédios e pontes em um vale. O incidente ocorreu no distrito de Rasuwa, no Himalaia, uma região que faz fronteira entre o Nepal e o condado de Gyirong, na área chinesa do Tibete. O porto de Gyirong também foi severamente danificado pelo desastre.
Acredita-se que a avalanche que atingiu o Tibete e o Nepal esteja diretamente relacionada ao acúmulo de grandes volumes de gelo e rocha, intensificado pelas fortes chuvas que caíram na região. A combinação desses fatores criou um cenário de extrema vulnerabilidade, resultando na devastação observada. Saiba mais sobre a tragédia.
O Rio das Ostras Jornal acompanha o caso.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
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