Prisão preventiva decretada no Ceará para suspeitos de estupro e morte de bebê de 10 meses | Rio das Ostras Jornal

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Prisão preventiva decretada no Ceará para suspeitos de estupro e morte de bebê de 10 meses

Imagem gerada com IA
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A Justiça do Ceará decretou na terça-feira (14) a prisão preventiva de dois homens suspeitos de envolvimento no estupro e morte de uma bebê de apenas 10 meses. O crime brutal chocou o bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, onde os fatos ocorreram na madrugada de segunda-feira (13), em um apartamento da região.

Os suspeitos foram identificados como Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26. Francisco Ray, que mantinha um relacionamento com a mãe da criança, estava no apartamento no momento do crime. Seu primo, Roberto Levy, também estava no imóvel e, conforme as investigações, foi flagrado deitado sobre o corpo da bebê, o que levantou as primeiras suspeitas.

Detalhes da investigação e atendimento

Inicialmente, a mãe da vítima, que também estava presente, acreditou que a filha estivesse apenas engasgada e acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Diante da demora no atendimento, ela tomou a difícil decisão de levar a criança por conta própria a uma unidade de saúde próxima. No hospital, a equipe médica fez a terrível constatação: a bebê apresentava graves sinais de violência sexual. Infelizmente, apesar dos esforços, a menina não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Além dos dois homens que foram presos em flagrante, outras pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar depoimento e auxiliar nas investigações. A Polícia Civil do Ceará aguarda agora a conclusão dos laudos da Perícia Forense (Pefoce), que são cruciais para esclarecer a dinâmica exata dos fatos e consolidar as provas contra os envolvidos.

Defesas se pronunciam sobre o caso

A defesa de Francisco Ray Rodrigues Magalhães, representada pela advogada Gleyce Kelly Leitão, informou que seu cliente está colaborando ativamente com as investigações. Ele se submeteu voluntariamente à coleta de material genético, um passo importante para a elucidação do caso. A advogada afirmou que Francisco Ray nega estar no mesmo quarto em que a bebê dormia, um ponto que será crucial na análise do inquérito policial.

Até o fechamento desta edição, os representantes legais de Roberto Levy Oliveira Magalhães não haviam sido localizados para comentar as acusações e a situação de seu cliente. O Rio das Ostras Jornal acompanha o caso e trará novas informações conforme o desdobramento das investigações.

Para mais detalhes sobre o caso, você pode consultar a matéria original.

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