Terreiro no Rio Comprido é alvo de furto e depredação de símbolos | Rio das Ostras Jornal

Terreiro no Rio Comprido é alvo de furto e depredação de símbolos

Imagem gerada com IA
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Na madrugada da última quinta-feira (4), um terreiro do Grupo de Caridade Flecha Dourada, localizado no bairro Rio Comprido, na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi invadido por criminosos. A ação resultou no furto de diversos equipamentos e na depredação de símbolos religiosos, causando prejuízos significativos à instituição que atua na capital fluminense.

Os invasores levaram toda a fiação externa do local, um tablet, disjuntores e outros itens, além de danificar parte do encanamento, o que provocou um vazamento e inundou áreas do prédio. A comunidade religiosa expressou tristeza, mas mantém a fé na justiça e na rápida reestruturação para continuar suas atividades de caridade, que também impactam a Região dos Lagos e o Norte Fluminense através de suas ações e influência.

Terreiro do Rio Comprido: prejuízos e danos à estrutura

O ataque ao terreiro, situado em um sobrado na Rua do Matoso, deixou um rastro de destruição. Segundo o Grupo de Caridade Flecha Dourada, os bandidos furtaram uma caixa de som amplificada, insumos, um ventilador, fios de eletrodomésticos, mangueira, tomadas e interruptores, além da fiação e dos disjuntores. A quebra de parte do encanamento resultou em um grande vazamento, que inundou parte do imóvel, agravando os danos.

A instituição, que se descreve como um local de simplicidade e dedicação, lamentou a perda dos bens, muitos deles conquistados com esforço e doações. Em uma postagem nas redes sociais, o grupo afirmou: "Nosso terreiro não é um lugar de luxo. Trabalhamos com simplicidade, buscamos apenas ser cuidadosos e oferecer algum conforto a nossos médiuns e assistentes. Temos poucas coisas de valor comercial, todas conquistadas por meio de muito suor e dedicação de muitas pessoas que amam a nossa Casa".

Investigação e apelo por doações

Apesar da violência da invasão, os principais itens de valor religioso e afetivo foram poupados, o que levou o grupo a acreditar que o crime não teve motivação de intolerância religiosa. O caso foi registrado em uma delegacia, e a organização informou que existem câmeras de segurança que podem auxiliar na identificação dos responsáveis e na condução da investigação pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Para mais detalhes sobre a atuação das forças de segurança no estado do Rio de Janeiro, é possível consultar os dados e notícias da Secretaria de Estado de Polícia Civil. Até o momento, a Polícia Civil não se manifestou sobre o andamento das apurações.

Com a previsão de reabertura para a próxima terça-feira (9), o terreiro lançou um apelo por doações via PIX para conseguir reconstruir o espaço e repor os equipamentos furtados e danificados. "Neste mês que tem irradiação de Xangô e conta com a força de Exu, temos fé de que a justiça será feita da forma que o astral reserva. Seguimos focados em nos reestruturarmos o mais rapidamente possível para não interrompermos nossa missão de caridade", declarou a instituição, reforçando seu compromisso com a comunidade.

O Rio das Ostras Jornal acompanha o caso e trará atualizações sobre a investigação e a campanha de doações para o Grupo de Caridade Flecha Dourada, um exemplo de resiliência no Interior do RJ.

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