Exoneração de assessor de Janones após incidente em entrevista na Câmara | Rio das Ostras Jornal

Exoneração de assessor de Janones após incidente em entrevista na Câmara

Imagem gerada com IA
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu pela exoneração de um assessor parlamentar na noite desta quinta-feira, 30 de abril de 2026, em Brasília. O desligamento ocorreu após o servidor interromper uma entrevista do líder da oposição, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), no Salão Verde da Casa.

exoneração: cenário e impactos

Bernardo Moreira Amado Barros, que atuava como secretário parlamentar do deputado André Janones (Rede-MG), foi o pivô do incidente. Ele proferiu gritos de cunho político durante a transmissão ao vivo da GloboNews, gerando repercussão imediata e a subsequente medida disciplinar.

O episódio ocorreu em um momento de alta tensão política no Congresso Nacional. A entrevista de Cabo Gilberto Silva acontecia logo após a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria, um tema sensível que mobilizou diferentes bancadas. A atmosfera já carregada foi intensificada pela interrupção inesperada.

Nas imagens veiculadas pela emissora, Bernardo Moreira Amado Barros aparece atrás do deputado Cabo Gilberto. Em um ato repentino, ele gritou frases como “Anistia é o caralho. Lula reeleito”, chamando a atenção e desviando o foco da entrevista. A conduta foi vista como uma quebra de decoro no ambiente legislativo.

O incidente político

A posição de secretário parlamentar, ocupada por Bernardo Moreira Amado Barros, é de natureza comissionada. Em 2026, o salário registrado para o cargo era de R$ 7.960,44. A exoneração, portanto, implica a perda imediata da função e da remuneração.

O Salão Verde da Câmara dos Deputados é um dos principais pontos de contato entre parlamentares e a imprensa. É um espaço de grande visibilidade, onde declarações e posicionamentos são frequentemente registrados. A manutenção da ordem e do respeito mútuo é fundamental para o funcionamento das atividades jornalísticas e políticas.

Repercussão e medidas

Em nota oficial, o deputado Cabo Gilberto Silva expressou seu repúdio ao ocorrido. Ele classificou o ato como “covardia e desrespeito praticado por um servidor da Casa”. O líder da oposição enfatizou que tal conduta é “inaceitável no ambiente institucional do Parlamento”.

A decisão de Hugo Motta de exonerar o assessor demonstra a postura da presidência da Câmara em relação a atos de desrespeito. A medida visa reforçar a necessidade de um comportamento adequado por parte de todos os que frequentam e trabalham no Congresso. A nota de Cabo Gilberto também indicou que “medidas cabíveis serão adotadas para que episódios como esse não se repitam”.

O incidente serve como um alerta sobre a polarização política e a importância do respeito às normas institucionais. A Câmara dos Deputados busca manter um ambiente de trabalho que permita o debate democrático, mesmo em meio a divergências. A rápida resposta da presidência da Casa sinaliza a intolerância a comportamentos que comprometam a imagem do Legislativo.

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Fonte: metropoles.com

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