
Drones ucranianos realizaram um ataque a uma refinaria de petróleo localizada próxima à cidade de Perm, na Rússia, nesta quinta-feira. A ação marca o segundo dia consecutivo de investidas contra infraestruturas petrolíferas na região.
ataque: cenário e impactos
O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) assumiu a autoria dos ataques. O objetivo principal é impactar as receitas energéticas de Moscou, consideradas cruciais para o financiamento do conflito em curso.
A refinaria, de propriedade da Lukoil, está situada a mais de 1.500 quilômetros da fronteira ucraniana. Ela é reconhecida como uma das maiores da Rússia. Sua capacidade de processamento anual atinge quase 13 milhões de toneladas.
Informações preliminares do SBU indicam que o ataque atingiu uma instalação vital para o processamento primário de petróleo. Isso teria colocado a unidade fora de operação.
Além da refinaria, uma estação de bombeamento de petróleo na mesma região também foi alvo. Esta estação é responsável por fornecer petróleo à refinaria.
Ela já havia sido bombardeada na noite de quarta-feira. O ataque de quinta-feira causou novos focos de incêndio no local.
Estratégia ucraniana
A Ucrânia tem intensificado seus ataques dentro do território russo. O foco principal é desestabilizar o setor petrolífero do país.
A redução da receita de petróleo é vista como um meio direto de enfraquecer a capacidade russa de sustentar a guerra. Esta estratégia ocorre em um cenário de aumento dos preços globais do petróleo.
A guerra no Irã e o alívio de algumas sanções contra Moscou também influenciam o mercado. A Ucrânia busca pressionar a economia russa.
Os ataques a infraestruturas energéticas são uma tática de guerra econômica. Eles visam criar dificuldades logísticas e financeiras para o adversário.
Impacto econômico
A Lukoil, empresa proprietária da refinaria atingida, não se manifestou. Não houve resposta imediata a pedidos de comentários sobre os incidentes.
A continuidade dos ataques sugere uma escalada na campanha ucraniana. O objetivo é atingir alvos estratégicos distantes da linha de frente.
Essa abordagem visa minar a capacidade de guerra da Rússia. Também busca demonstrar a vulnerabilidade de suas instalações críticas.
A comunidade internacional observa os desdobramentos. A tensão geopolítica na região permanece elevada.
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Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
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