Três militares dos Estados Unidos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos durante a chamada Operação Epic Fury, ofensiva conduzida contra o Irã, segundo informou o comando militar norte-americano neste domingo (1°).
De acordo com o United States Central Command (CENTCOM),
além dos feridos em estado grave, vários outros militares sofreram ferimentos
leves causados por estilhaços e concussões. Eles receberam atendimento médico e
devem retornar ao serviço em breve.
Em comunicado divulgado na manhã de domingo, o CENTCOM
afirmou que “as principais operações de combate continuam e os esforços de
resposta seguem em andamento”. O comando também informou que os nomes dos
militares mortos serão divulgados apenas 24 horas após a notificação oficial às
famílias.
Até o momento, não foi revelado o local exato onde ocorreram
as mortes.
Os confrontos ocorrem em meio à escalada militar no Oriente
Médio, após ataques atribuídos aos Estados Unidos e a Israel que teriam
eliminado grande parte da cúpula iraniana, incluindo o líder supremo, aiatolá
Ali Khamenei.
Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra bases
americanas e aliados dos EUA na região, atingindo áreas nos Emirados Árabes
Unidos, Catar, Bahrein, Jordânia e Kuwait — países que abrigam instalações
militares norte-americanas.
Autoridades desses países confirmaram a interceptação de
diversos projéteis. No entanto, destroços resultantes das interceptações
causaram danos significativos. Nos Emirados Árabes Unidos, ao menos uma pessoa
morreu e outras 11 ficaram feridas após ataques a aeroportos em Abu Dhabi e
Dubai.
Além de Khamenei, a operação militar também teria resultado
na morte do ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que anteriormente fez
declarações defendendo a destruição de Israel.
Gazeta Brasil

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