Braço direito de ‘El Mencho’ também foi morto durante operação no México, diz governo | Rio das Ostras Jornal

Braço direito de ‘El Mencho’ também foi morto durante operação no México, diz governo

Tuli era o principal confidente do líder do Cartel Jalisco
 Nova Geração. Alfredo ESTRELLA/AFP

Segundo o secretário de Defesa, Ricardo Trevilla, ‘El Tuli’ teria coordenado a onda de violência que seguiu a morte do narcotraficante

braço direito do líder de cartel Nemesio “El Mencho” Osegura, Hugo H., conhecido como “El Tuli”, também morreu durante operação do Exército do México, no último fim de semana.

Segundo o secretário de Defesa, Ricardo Trevilla, que falou em coletiva, ele teria coordenado a onda de violência que seguiu a morte de El Mencho. Tuli era o principal confidente do líder do Cartel Jalisco Nova Geração, e cuidava das contas da organização criminosa.

Ele teria oferecido 20 mil pesos (cerca de U$ 1 mil) para cada um dos agentes do governo que morresse, segundo Trevilla. O traficante tentou fugir ao ver os militares, quando foi localizado por fuzileiros paraquedistas em Jalisco. Ele trocou tiros com os militares, mas acabou morrendo.

Entenda

O Exército mexicano abateu neste domingo (22) o poderoso chefe do narcotráfico Nemesio Oseguera, líder do CJNG.

Oseguera era um dos chefes mais procurados pelo México e pelos Estados Unidos, que ofereciam uma recompensa de 15 milhões de dólares (R$ 78 milhões). Ele é um dos líderes do narcotráfico mais importantes a ser abatido após a prisão dos fundadores do Cartel de Sinaloa, Joaquín “El Chapo” Guzmán, e Ismael “Mayo” Zambada, atualmente presos nos Estados Unidos.

A morte gerou uma onda de violência no México e obrigou o governo a mobilizar cerca de 10 mil militares no oeste do país para garantir a segurança após a morte de seu maior chefe do narcotráfico em uma operação militar que deixou quase 60 mortos e desencadeou uma onda de violência.

Pelo menos 27 agentes de segurança, 30 criminosos e uma cidadã morreram durante a operação e em confrontos posteriores, informou nesta segunda-feira (23) o secretário de Segurança, Omar García Harfuch. O chefão do tráfico de drogas, de 59 anos, ficou ferido no confronto com militares no município de Tapalpa e morreu durante o traslado aéreo para a Cidade do México.

Em resposta a morte do líder, o cartel bloqueou estradas, incendiou veículos, atacou postos de gasolina, comércios e bancos e enfrentou as autoridades em 20 estados mexicanos. Washington oferecia uma recompensa de 15 milhões de dólares (R$ 77,44 milhões, na cotação atual).

*Com informações da AFP

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