Parlamentar disse ter buscado
medidas para reduzir impactos das tarifas para brasileiros, mas atingir ‘alvo
correto’
O deputado
federal licenciado Eduardo Bolsonaro afirmou em suas redes sociais
que atuou diretamente nas últimas semanas para
poupar o setor produtivo do tarifaço
anunciado pelo presidente americano, Donaldo Trump.
“Enquanto muitos jogaram gasolina
na fogueira com declarações inflamadas e outros optavam por visitas e
negociações atrapalhadas, trabalhamos diretamente nas últimas semanas para que
as medidas fossem ainda melhor direcionadas, atingindo o alvo correto e
poupando ao máximo possível o povo brasileiro e o setor produtivo”, declarou
Eduardo.
Segundo o político, o objetivo da
medida não é comercial, mas político e jurídico.
“A publicação da ordem intitulada
Ordem Executiva sobre a Imposição de Sanções a Pessoas que Minam a Democracia
no Brasil deixa claro que o objetivo dessas medidas não é comercial, mas sim
político e jurídico: punir os responsáveis pela destruição do Estado de Direito
no país e preservar valores democráticos fundamentais, como afirma
expressamente o texto”, afirmou o parlamentar.
Trump oficializou tarifaço,
mas retirou quase 700 produtos brasileiros de lista
Nessa quarta-feira (30), Trump
assinou uma ordem executiva que impõe tarifa adicional de 40%, somando-se aos
10% já aplicados. O texto oficializa o chamado tarifaço,
anunciado pelo republicano em 9 de julho. A medida começará a valer na próxima
quarta-feira (6).
Entre os itens que não receberão a
tarifa, estão suco de laranja, aviões comerciais, combustíveis, petróleo e
minério de ferro.
Commodities brasileiras
com grande fluxo comercial para os Estados Unidos, como
carne bovina, café e cacau, não foram incluídas nas exceções e serão
taxadas em 50%.
De acordo com Eduardo, a exclusão
de setores estratégicos como fertilizantes, energia, aviação, madeira, suco de
laranja e outros produtos do agronegócio das tarifas comerciais foi fruto do
seu trabalho nas últimas semanas.
Moraes entra na lista da Lei
Magnitsky
o governo dos EUA também
sancionou, nesta quarta, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de
Moraes com a Lei
Magnitsky.
A medida é uma sanção econômica,
que inclui o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano,
além da proibição de entrada no país. É aplicada, em geral, a acusados de
corrupção ou de graves violações de direitos humanos.
Em sua nota, Eduardo citou Moraes
como o alvo das sanções e mencionou a cassação dos vistos dos ministros da
Corte.
“Embora sempre tenhamos
priorizado uma ação mais direta contra Alexandre de Moraes e seus apoiadores,
verdadeiros responsáveis pela escalada autoritária no Brasil, entendemos que as
tarifas anunciadas há algumas semanas pelo presidente Donald Trump foram uma
resposta legítima às agressões do regime brasileiro contra interesses e
cidadãos americanos.”
O parlamentar também criticou a
insistência na repressão política, fator que, segundo ele, pode trazer efeitos
de longo prazo sobre o Brasil.
“Esperamos que as autoridades
brasileiras compreendam a gravidade do momento e pensem bem nos seus próximos
passos. A insistência na repressão política levará a um isolamento crescente,
com efeitos duradouros sobre a economia e as relações internacionais do
Brasil.”
R7

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