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Segundo a coordenadora-geral do Procon Cabo Frio, Mônica Bonioli, o órgão adota o regime de tolerância zero com a falta de acessibilidade no município. Fotos Divulgação |
Estabelecimento de ensino tem dez dias para promover condições de acessibilidade para o público PCD
O Procon de Cabo Frio intimou,
nesta quarta-feira (26), uma escola de cursos profissionalizantes localizada no
Centro, que recusou a matrícula de um cadeirante.
A ação teve início após uma
denúncia feita em um evento do Cras, realizado em 22 de março, no Jardim
Esperança. No evento, a família da pessoa com deficiência foi atendida pela
Secretaria Adjunta de Políticas Públicas da Pessoa com Deficiência e Autista e,
em seguida, pelo Procon.
Os fiscais do Procon deram um
prazo de dez dias para que a instituição de ensino promova as condições
necessárias de acessibilidade para atender ao público PCD e efetive a matrícula
do novo aluno. Caso isso não ocorra, o estabelecimento poderá ser interditado.
Segundo a coordenadora-geral do
Procon Cabo Frio, Mônica Bonioli, o órgão adota o regime de tolerância zero com
a falta de acessibilidade no município.
“A acessibilidade é um direito do
consumidor, e ele pode procurar o Procon para assegurá-lo. A escola terá que
garantir o direito do cadeirante de estudar, e nós vamos continuar
fiscalizando”, afirmou a coordenadora.
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