Rafael defendeu duas cobranças e
garantiu a conquista tricolor; este é o primeiro título da carreira de Carpini
Nos pênaltis, o São Paulo derrotou
o Palmeiras e
conquistou, neste domingo, 4, a Supercopa,
título inédito. A vitória também marca o primeiro título da carreira de Thiago
Carpini, que assumiu o comando do tricolor em janeiro, após a saída de
Dorival Júnior para assumir a Seleção Brasileira. Rafael brilhou no final e
defendeu duas cobranças, de Murilo e Piquerez, garantindo a conquista tricolor.
A partida, no geral, foi bem equilibrada entre as equipes, tanto que o jogo
terminou em zero a zero e a competição precisou ser disputada nos pênaltis. O
São Paulo que iniciou a cobrança e marcou quatro vezes, mas, com as duas
defesas do goleiro, nem precisou bater a última para garantir a conquista. Os
batedores do São Paulo foram: Calleri, Galloppo, Pablo Maia e Michel Araújo. Do
Palmeiras, foram: Veiga, Gabriel Menino, Murilo e Piquerez.
O primeiro tempo entre as equipes
foi bem movimentado, intenso e equilibrado. Logo no primeiro minuto do jogo
Luciano já levou cartão amarelo e Rafael precisou fazer uma bela defesa para
que o Palmeiras não abrisse o placar aos dois minutos. A equipe de Abel
pressionava, e até os 10 minutos do primeiro tempo só ele jogava, o São Paulo
apenas se defendia. Porém, as coisas mudaram e o tricolor começou a atacar mais
e buscar o gol de Weverton. Aos 20, Alisson teve uma boa chance de abrir o
placar, mas Murilo, zagueiro palmeirense, conseguiu cortar a bola a tempo antes
da finalização.
Três minutos depois, a equipe de
Thiago Carpini teve mais uma chance. Nikão chutou e a bola desviou em Gustavo
Gomes e exigiu que o goleiro Weverton trabalhasse para evitar o gol do São
Paulo. As duas equipes seguiram criando e buscando o gol. Aos 28 minutos a
torcida do São Paulo levou um susto, enquanto a do Palmeiras ficou perto de
comemorar. Uma cabeçada de Raphael Veiga passou raspando do lado direito do
goleiro Rafael. Antes do final do primeiro tempo, Luciano ficou perto de levar
o jogo para o intervalo com o São Paulo com a vantagem, mas ele desperdiçou a
chance, que foi a melhor que o tricolor teve na primeira etapa.
Na volta para o segundo tempo,
Carpini mexeu no time, tirou Nikão e colocou Michel Araújo, que logo em seus
primeiros minutos em campo deu uma boa oportunidade para o Palmeiras abrir o
placar, mas no contra-ataque, Flaco Lopez não conseguiu definir. A equipe de
Abel Ferreira estava melhor na volta do intervalo, levando mais perigo ao gol
de Rafael. No São Paulo, Rafinha precisou ser substituído após um desconforto.
No lugar dele entrou o jovem João Moreira. As alterações surtiram um pouco de
efeito e o tricolor começou a incomodar um pouco. Mas a boa chance mesmo foi do
verdão, da cabeça de Jhon Jhon, que cabeceou por cima do gol. Buscando melhorar
o time, Carpini mexeu de novo. Tirou Welington e Luciano, e colocou Erik e
Galoppo.
As mexidas surtiram efeito e
seguindo os rumos do primeiro tempo, as equipes lutavam pelo gol. Aos 31, Mike
teve ótima chance. Ele driblou Michel Araújo e chutou. A bola parecia ter
endereço certo, mas Moreira tirou em cima da linha. Um minuto depois, a chance
foi do São Paulo. Após saída de bola errada do Palmeiras, Calleri pegou e chutou,
mas bateu em cima de Weverton que impediu o gol tricolor. Galoppo teve outra
oportunidade de falta, mas a bola raspou na trave do lado esquerdo do goleiro
palmeirense. Em busca de mais ofensividade, Carpini colocou Ferreirinha no
jogo. Diante da evolução do São Paulo, Abel também mexeu. Tirou Richard Ríos,
Mayke e Zé Rafael e colocou Anibal Moreno, Gabriel Menino e Luis Guilherme. As
mudanças mantiveram o mesmo desemprenho do jogo, que seguiu equilibrado, mas
ninguém conseguiu marcar, o que fez o jogo ir para as penalidades.
São Paulo começou batendo.
Calleri pegou a boca e fez, deixando a pressão para os palmeirenses. Veiga, no
entanto, não desperdiçou e também marcou. Na sequência, foi a vez de Galoppo,
que não deu chances para Weverton e colocou o tricolor à frente mais uma vez.
Gabriel Menino igualou as cobranças mais uma vez. As coisas começaram a mudar a
partir da batida de Pablo Maia, que garantiu mais um gol para o São Paulo,
contudo, o Palmeiras não conseguiu marcar. Murilo chutou e Rafael defendeu.
Michel Araújo então foi para a cobrança e fez mais uma vez para o tricolor, que
agora dependia de um erro palmeirense para gritar é campeão. Isso aconteceu.
Piquerez bateu e Rafael defendeu mais uma vez, fazendo parte do Mineirão
comemorar e gritar é campeão.
Por Sarah Américo

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