O governo de Israel aprovou neste
domingo uma alteração à lei antiterrorismo de 2016 para ampliar sua aplicação.
A partir de agora, pessoas físicas também poderão ser consideradas terroristas,
e não apenas organizações, como era até então.
A mudança foi motivada pelo
ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro, que matou 1.400 pessoas e sequestrou
230. O Hamas é um grupo islâmico palestino que opera na Faixa de Gaza.
A nova lei ainda precisa ser
aprovada pelo parlamento israelense, mas deve ser aprovada rapidamente, dado o
estado de guerra entre Israel e o Hamas.
O primeiro-ministro israelense,
Benjamin Netanyahu, descreveu a guerra como uma “guerra pela existência de
Israel” e disse que Israel estava determinado a recuperar os reféns feitos pelo
Hamas.
As forças israelenses disseram
neste domingo que mataram vários combatentes do Hamas em uma operação terrestre
na Faixa de Gaza. O Hamas também confirmou que seus membros travavam “duras
batalhas” com as forças israelenses no norte da Faixa.
O exército israelense também
instou os militantes do Hamas a se renderem. “Os líderes do Hamas estão
explorando vocês”, dizia um panfleto lançado do ar em Gaza. “Eles e suas
famílias estão em lugares seguros enquanto vocês morrerão em vão.”
As cédulas divulgadas pelo
exército israelense indicam que, para se renderem, os combatentes devem
abandonar o equipamento militar, levantar a mão e, se puderem, agitar um papel
branco.

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