Foto: Valter Campanato/Agência
Brasil
O ministro Alexandre de Moraes,
do STF, deu cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se
manifeste sobre a possível revogação da prisão preventiva de Roberto Jefferson.
A defesa do ex-deputado solicitou que a prisão seja convertida em domiciliar,
com base em um relatório do Hospital Samaritano, onde Jefferson está internado.
O documento aponta que ele tem condições de alta para tratamento em casa, mas
precisará de fisioterapia e serviços de nutrição para se reabilitar.
A Secretaria de Administração
Penitenciária do Rio de Janeiro informou a Moraes, em agosto, que não dispõe
dos meios necessários para oferecer tratamento médico adequado a Jefferson. A
mando do ministro, uma equipe médica constatou que sua estabilidade é
extremamente frágil, que ele mantém quadro depressivo e que é incapaz de se
alimentar.
O ex-deputado Roberto Jefferson
está preso preventivamente desde outubro de 2022, quando foi acusado de tentar
matar quatro policiais federais. Ele disparou cerca de 50 vezes e arremessou
granadas contra os agentes, que estavam cumprindo um mandado de prisão contra
ele.
Em 26 de agosto de 2023, o
Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que Jefferson seja
submetido a júri popular pelas tentativas de homicídio.
De Gazeta Brasil
http://dlvr.it/SwQYnH
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