O ministro Alexandre de Moraes,
do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que Frederick Wassef, ex-advogado de
Jair Bolsonaro (PL), não terá direito a acessar provas do caso que investiga um
suposto esquema de desvio e vendas de joias preciosas recebidas de presente
pela Presidência da República.
A decisão foi tomada nos mandados
de busca e apreensão expedidos contra o advogado, no dia 12 de agosto de 2023.
Nos mandados, Moraes determinou a inaplicabilidade de algumas prerrogativas
concedidas a advogados, como o direito de ser informado, com 24 horas de
antecedência, sobre a hora e local da análise do dos documentos e equipamentos
apreendidos.
Segundo Moraes, conceder acesso
de provas à Wassef “prejudicaria a efetividade da investigação” em outros
momentos. A presença de Wassef durante a análise das provas também poderia
prejudicar as investigações, segundo o ministro.

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