Os policiais civis, militares e penais deverão ter acesso a equipamento tático de atendimento pré-hospitalar (APH). O material terá que ser fornecido pelo Governo do Estado. É o que determina o Projeto de Lei 827/23, que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em primeira discussão, nesta quinta-feira (24/08). O texto ainda precisa ser votado nova discussão pela Casa.
Os equipamentos deverão ser disponibilizados em todas as operações policiais. Os agentes também poderão pedir os materiais, independente do serviço. O kit de APH terá uma bolsa, torniquete tático, caneta permanente, tesoura, gazes, luvas, bandagem, cânula nasofaríngea, para de selo de tórax e manta térmica.
Além do kit individual, todas as viaturas e bases deverão ter uma bolsa com um kit coletivo com o dobro da quantidade dos materiais do kit individual, além de um imobilizador de fraturas, um curativo para queimadura, uma bolsa de gelo instantâneo, rolo de fita multiuso e uma bandagem tática.
A medida será custeada pelo Fundo Estadual de Investimentos e ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social (FISED). A substituição dos equipamentos deverá ser realizada com antecedência mínima de 90 dias antes do seu vencimento.
A medida é de autoria dos deputados Índia Armelau (PL), Márcio Gualberto (PL) e Rodrigo Amorim (PTB), Rosenverg Reis (MDB), Guilherme Delaroli (PL) e Felipinho Ravis (SDD).
“O atendimento rápido de agentes de segurança pública utilizando o kit
de atendimento pré-hospitalar, ainda no local da ocorrência, é primordial para
o sucesso do desfecho da assistência, mantendo suas condições vitais até a
chegada ao serviço médico, evitando o agravamento da situação, que pode causar
o óbito”, afirmou índia Armelau.

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