O embaixador dos Estados Unidos na China, Nicholas Burns,
afirmou que teve seu e-mail hackeado por Pequim. Segundo detecção
feita pela Microsoft na
quarta-feira, 12, o diplomata foi uma vítima de uma campanha de espionagem. O
ataque não comprometeu somente Burns, mas, também, outros quadros estratégicos
do país norte-americano, como Daniel Kritenbrink, secretário adjunto de Estado
para o Leste Asiático.
Como revelou o periódico “The
Wall Street Journal”, os e-mail invadidos não tinham nenhuma informação
secreta. Os conteúdos tratavam de informações acerca de possíveis visitas à
China de altos cargos do governo Joe Biden. “Por motivos
de segurança, não compartilharemos informações adicionais sobre a natureza e o
escopo desse incidente de segurança cibernética neste momento”, disse um porta-voz
do Departamento de Estado ao jornal.
Na última semana, a empresa
Microsoft afirmou que hackers chineses conseguiram indevidamente uma de suas
chaves digitais e usaram uma falha em seu código para se infiltrar nos e-mails
de agências governamentais dos Estados Unidos. Consultada pelo “Wall Street
Journal”, a embaixada chinesa em Washington não retornou prontamente uma
solicitação de comentário sobre o relatório. Porém o Ministério das Relações
Exteriores chinês chamou as acusações de “desinformação”.
Por Jovem Pan

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