A escalada de violência contra a
minoria cristã no país também provocou a morte de 17 pessoas
A situação dos cristãos na Índia
agravou-se desde a escalada de violência do dia 28 de abril. Segundo a ONG Portas Abertas, os cristãos étnicos — que
na Índia são minoria — voltaram a sofrer com a
perseguição. Mais de cem igrejas foram depredadas e incendiadas, e mais de 300
casas, incluindo casas pastorais, também foram queimadas. De acordo com os
repórteres locais da ONG, mais de 15 mil cristãos tiveram de buscar abrigo num
acampamento.
A nova onda de violência contra
os indianos que professam a fé cristã resultou em 17 mortos e dezenas de
cristãos ameaçados de morte. Muitos também sofreram agressão física. Uma
indiana entrevistada pela Portas Abertas disse: “A situação das igrejas na
Índia é horrível. Casas e propriedades estão em chamas. As pessoas estão
vivendo com medo e sem esperança quanto ao futuro. Precisamos que vocês ergam
suas vozes contra a injustiça e as atrocidades que os cristãos estão
enfrentando”.
No sábado 6, a onda de violência
abrandou, no entanto o risco de uma nova onda de atentados contra a vida e de
invasões às propriedades dos cristãos permanece. A situação é tão grave que o
governo do Estado de Manipur ordenou à polícia local que dispare “tiros de
advertência” em casos de violência extrema. A indiana que foi testemunha dos
atos de violência contra os cristãos no país disse ainda: “Exigimos que o
governo da Índia condene publicamente os atos de violência contra as minorias
cristãs na Índia”. A situação das igrejas na Índia é preocupante.
VITOR MARCOLIN

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