Segundo o general William
Villaroel, os criminosos desceram de uma caminhonete preta e, sem dizer uma
palavra, abriram fogo ‘com armas pesadas’
A polícia do Equador informou neste
domingo, 30, que homens fortemente armados dispararam contra um grupo de
pessoas em Guayaquil,
centro econômico do país, deixando dez mortos e três feridos. Segundo o general
William Villaroel, os criminosos desceram de uma caminhonete preta e, sem dizer
uma palavra, abriram fogo “com armas pesadas”. No ataque, ocorrido na
noite de sábado, também houve três feridos, entre eles “uma menina de 5 anos,
que está estável e vai ser operada para a retirada de estilhaços”, acrescentou
Villaroel. A Procuradoria-Geral do Equador havia informado anteriormente duas
pessoas feridas.
De madrugada, na oficina mecânica
onde ocorreu o atentado, foram vistos corpos caídos na calçada, em meio a poças
de sangue. Ao redor, as pessoas choravam e se abraçavam enquanto a polícia
isolava o local. “Houve um ataque a tiros onde várias pessoas estavam bebendo,
vieram com veículos motorizados e mataram quem estava aqui”, disse à AFP uma
testemunha que preferiu não ser identificada. As autoridades ainda não
relataram nenhuma prisão por este ataque. No entanto, especificaram que cinco
dos mortos tinham antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas e uso de
armas. “Acreditamos que trata-se de uma disputa entre grupos criminosos
organizados, é uma luta pelo poder, pelo território para o transporte de
drogas”, acrescentou o comandante da polícia.
Localizado entre a Colômbia e o
Peru, os maiores produtores mundiais de cocaína, o Equador enfrenta um aumento
nas apreensões de drogas, assim como de mortes violentas nas ruas e nas
prisões. Para combater a criminalidade interna, o governo do presidente
Guillermo Lasso declarou os grupos criminosos como terroristas, permitindo que
as Forças Armadas patrulhassem as ruas ao lado da polícia.
Por Jovem Pan

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