Ele havia chegado ao país na
segunda-feira 24
Depois que afirmou ter cruzado a
fronteira local para a Colômbia a
pé, o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, foi expulso do país na
terça-feira 25, pelo governo local. Ele havia chegado no dia anterior. O
ex-presidente autoproclamado da Venezuela é
proibido de deixar o país por causa de processos judiciais abertos contra ele.
De acordo com o Ministério das
Relações Exteriores da Colômbia, Guaidó entrou em um voo comercial em direção a
Miami, nos Estados Unidos, com uma passagem comprada por ele mesmo.
“Não é verdade, portanto, que o
governo nacional colombiano tenha um avião para transferir o senhor Guaidó”,
afirmou o ministério, pelo Twitter.
O líder da oposição venezuelana
teria sido convidado pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, para uma
conferência sobre o processo político da Venezuela, organizada pelo governo
colombiano, em Bogotá, capital do país. Entretanto, o Ministério das Relações
Exteriores da Colômbia negou que Petro tenha
convidado o político para o evento.
Em sua chegada aos Estados
Unidos, Guaidó afirmou estar preocupado com a segurança de sua família
e equipe de trabalho. “Eles receberam ligações ameaçando diretamente minha
família, minha equipe de trabalho, e vimos como a ditadura respondeu em outras
ocasiões”, disse o líder venezuelano, em conversa com jornalistas na área de
desembarque do Aeroporto de Miami.
Juan Guaidó também criticou a
decisão do governo colombiano de removê-lo do evento em que era um dos
convidados, além de ter sido expulso do país. “Infelizmente, hoje devo dizer
que a perseguição também foi sentida na Colômbia de alguma forma“, afirmou.
REDAÇÃO OESTE

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