Situação é provocada pela guerra
na Ucrânia e agravada pela alta inflação e taxa de juros, que atinge maior
patamar desde 2008
A qualidade de vida no Reino Unido está
sendo gravemente afetada pela disparada do preço da energia elétrica. Como
resultado da crise energética, o governo está atualmente subsidiando
parcialmente as contas de energia para a maioria da população, porém, com o
período de baixas temperaturas, os moradores da capital Londres têm sofrido
para se manterem aquecidos dentro de suas residências. É o caso da Samanta
Joseph, que teve que desligar o aquecedor central de sua casa para economizar
energia e aliviar o bolso: “Todos os meus aparelhos estão desligados na maior
parte do tempo. Não há nada ligado além da geladeira e, obviamente, a caldeira.
E isso é para água quente e coisas assim. Todo o resto fica desligado, nada
fica ligado a menos que você esteja realmente usando”. O aumento da conta de
energia elétrica no Reino Unido é somado à alta da inflação, impactando
diretamente no preço dos alimentos e da taxa de juros, que chega a 3,5%, maior
valor desde 2008. Os benefícios do governo não têm sido suficientes para suprir
as necessidades dos mais pobres, complementa Amanda: “Eu não acho que eles
tenham uma perspectiva real de como as pessoas realmente vivem. Eu acho que a
ideia deles de como as pessoas estão vivendo é muito diferente da realidade.
Porque eles não vivem esse tipo de vida e, provavelmente, não conhecem pessoas
que vivem esse tipo de vida. Portanto, é apenas um conceito para eles. Mas para
todos nós é uma realidade”. Os preços da energia elétrica dispararam em todo o
continente europeu neste ano após a invasão da Ucrânia pela Rússia, importante produtor
de gás. O inverno europeu se estende até o dia 20 de março.
Por Jovem Pan

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